🔍Leia o artigo completo Entrevista ao poeta moçambicano Jaime Munguambe

Entrevista ao poeta moçambicano Jaime Munguambe

2 comentários 🕔09:30, 20.Fev 2017

Jaime Munguambe nasceu em Maputo, no dia 27 de Outubro de 1991. É membro do Movimento Literário Kuphaluxa. Colabora em antologias, revistas, jornais e blogues de publicação literária a nível nacional e internacional. Em 2009 foi agraciado com o Prémio Recital de Poesia do Conselho Municipal da Cidade de Maputo. E, em 2015 Prémio Literário do Banco de Moçambique, categoria de poesia. - Palavra Comum: Que é para ti a literatura? - Jaime Munguambe: É a arte

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🔍Leia o artigo completo Hujar, o fotógrafo sincero do <em>underground</em> neoiorquino

Hujar, o fotógrafo sincero do underground neoiorquino

0 comentários 🕔09:00, 20.Fev 2017

Non todos os artistas se deixan cegar polo esplendor da riqueza. Houbo algúns que mesmo souberon optar á pobreza no rompente neoiorquino do capitalismo salvaxe. A creatividade fotográfica de Hujar mostra o reverso desa moeda que vén sendo a sociedade triunfante norteamericana: duras realidades do downtown. Lito Caramés Peter Hujar: a la velocidad de la vida Estes meses a Fundación Mapfre, nas súas salas da Casa Garriga i Nogués de Barcelona, instala a exposición máis ambiciosa e detallada

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🔍Leia o artigo completo No volver que seremos estamos (e VI), por Rafael Catoira

No volver que seremos estamos (e VI), por Rafael Catoira

0 comentários 🕔08:35, 20.Fev 2017

Desde a Palavra Comum agradecemos a Rafael Catoira que escolhesse este espaço para publicar, em diversas entregas, o seu poemário inédito No volver que seremos estamos. Antigo dito da tribo Hopi: Nós somos aqueles aos que estabamos a agardar. *** A xeito dun final, cando nada remata. Crepúsculo I No amplo berce escuro do ceo seguir as luces que guían os astros. Ollar na noite. Apoderarse dese astro que brilla ao lonxe, na esquina dun universo que cabalga a súa propia sombra desde a primeira laparada, sobre o

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🔍Leia o artigo completo Aula de filosofia

Aula de filosofia

0 comentários 🕔11:00, 16.Fev 2017

Aos meus alunos. E contavam a cegueira de um pássaro nos corredores brancos os lírios dormidos na tua cabeça de infante e o tempo que passa. A aula que começa desde as côncavas naus de Homero e os teus olhos como numa galáxia distante. Ouvimos Parménides ou Anaxágoras ou Empédocles de Agrigento sim , Empédocles vibra em nós. Há um momento de silêncio e a filosofia é possível, justo quando o teu olhar está ausente a filosofia é possível quando as palavras chegam ao seu

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🔍Leia o artigo completo Nouvelle Vague: reconciliarse co espello para despois rachalo

Nouvelle Vague: reconciliarse co espello para despois rachalo

0 comentários 🕔10:30, 16.Fev 2017

Cando nun Ollo de Vidro (Crea) falaba sobre as influencias da Nouvelle Vague dicíao polo seguinte: Se o que queres é o que odias estás nese punto da Nouvelle Vague en fronte do cinema clásico de Hollywood. Sendo un referente era algo que querían -debían- superar para así construír unha nova linguaxe cinematográfica e así mesmo dramatúrxica. Deteñámonos neste aspecto. Fago fincapé na forma de dirixir os actores que, sen saír do xogo, facíanos máis verosímeis

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🔍Leia o artigo completo Céline en camisa parda ou o mal do presente, por H-E Kaminski (e III)

Céline en camisa parda ou o mal do presente, por H-E Kaminski (e III)

0 comentários 🕔10:00, 16.Fev 2017

CÉLINE EN CAMISA PARDA OU O MAL DO PRESENTE Hanns-Erich Kaminski Presentación, tradución e notas: Xesús González Gómez Primeira parte. Segunda parte. Terceira parte VIII Vivindo a crédito Alemaña é o país máis feliz do mundo. Goebbels Pouco despois da publicación de Bagatelles pour une massacre, Céline recibiu a visita dun señor da embaixada alemá que lle transmitiu unha invitación persoal do Führer para pasar uns días no III Reich. –Imaxine, dixo este diplomático que sabía de letras, que Swift tivese a posibilidade de ir verdadeiramente

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🔍Leia o artigo completo Sobre <em>Um Longo Acordar</em> e entrevista ao seu autor, Artur Alonso Novelhe

Sobre Um Longo Acordar e entrevista ao seu autor, Artur Alonso Novelhe

0 comentários 🕔10:30, 13.Fev 2017

NOTA: desde a Palavra Comum agradecemos ao seu autor, Artur Alonso Novelhe, este texto arredor do seu novo livro, Um Longo Acordar, acompanhado por uma entrevista com ele: *** "Oculto numa bolota, existe um carvalho com suas bolotas e, oculto em cada uma destas, existe um carvalho com as suas bolotas" (Mathers MacGregor) Este livro é o fruto de vários encontros, diálogos (entre varias pessoas) e leituras (pessoais), que nos foram levando à compreensão de que é preciso

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🔍Leia o artigo completo Excertos de <em>Iluminações de uma Mulher Livre</em>

Excertos de Iluminações de uma Mulher Livre

0 comentários 🕔10:00, 13.Fev 2017

“Iluminações de uma Mulher Livre”, publicado sob a cancela da editora Marcador (Grupo Editorial Presença), é já o sexto livro de Samuel F. Pimenta e foi escrito no âmbito da Bolsa Jovens Criadores do Centro Nacional de Cultura, em Lisboa, que o escritor ganhou em 2015, permitindo-lhe a realização de uma residência literária na aldeia de Pinheiro, no concelho de Carregal do Sal, distrito de Viseu, que serve de cenário à narrativa. *** A residência literária em

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🔍Leia o artigo completo Terra de um beijo só

Terra de um beijo só

0 comentários 🕔09:30, 13.Fev 2017

É uma sinuca de bico os vícios regionais que a gente tem. Quando vou ao Rio de Janeiro, Brasília ou algum lugar do Nordeste, ou mesmo, quando encontro essa gente na minha aldeia, me distraio e deixo escapulir o vácuo do beijo único no rosto de cada encontro. As pessoas adivinham nosso lugar pela forma de cumprimentar. Como não sou um estereótipo sulista (com o mito da frieza) e tenho uma cara de caboclinho com um

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🔍Leia o artigo completo Entrevista a Xiao Berlai

Video Entrevista a Xiao Berlai

0 comentários 🕔10:15, 09.Fev 2017

- Palavra Comum: Que são para ti a música e a literatura? - Xiao Berlai: Vou falar do caso de Desconhecido, onde misturo poesia e música duma maneira completamente intuitiva, livre e sincera. Onde os poemas, ao ser cantados ganham uma força diferente à que teriam por si sós. Do mesmo jeito a música, os ambientes sonoros criados para narrar a história do homem Desconhecido, completam-se com o verso, com a concretização da palavra, da imagem

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🔍Leia o artigo completo 8 fragmentos de <em>A vertixe dos días</em>

8 fragmentos de A vertixe dos días

0 comentários 🕔09:30, 09.Fev 2017

NOTA DE PALAVRA COMUM: agradecemos a Xosé Lois García as facilidades concedidas para a publicação de 8 fragmentos do seu livro A vertixe dos días, publicado em 2016. Do Prólogo, por Paula Vázquez Verao: "A vertixe dos días non se deixa clasificar. Ás veces, o motivo do escrito diario é unha efeméride, outras unha lembranza da nenez, unha reflexión filosófica, as sensacións que evoca o cambio das estacións... É un inventariar os lindes do que é tempo

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🔍Leia o artigo completo 2 poemas inéditos de José Pinto

2 poemas inéditos de José Pinto

0 comentários 🕔09:00, 09.Fev 2017

Tema para jóvenes enamorados (Los belkings) Eu acredito no Homem. E nas suas variações genéticas por vir. E na Conceição Lima, uma senhora com óculos de sol que exibe a cara na grelha lateral, com quem tenho cinco amigos em comum. E no Emprego Porto. Quem acredita, vai. Cedo. 'Vista às 3:18' *** ao João Branco à Janaina Branco Eu acredito no Homem. Eu acredito na influência das constelações, nas molas que seguram as pontas do varal enlaçado na garganta a um instante de romper, anciãs lendas africanas de espetros noturnos que visitam

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🔍Leia o artigo completo A casa arquetípica de Hirondina Joshua

New A casa arquetípica de Hirondina Joshua

1 comentário 🕔10:00, 06.Fev 2017

Recentemente foi publicada em Palavra Comum uma entrevista à jovem poeta moçambicana Hirondina Joshua, realizada por Ramiro Torres. Nela incluíam-se alguns dos poemas do seu primeiro livro: Os ângulos da casa. Gostei da entrevista e dos poemas de modo que decidi experimentar uma gravação declamada dos mesmos. A poesia de Hirondina pode parecer uma poesia mais para ser lida do que declamada. Obriga a um incerto mergulho interior, uma incerta meditação evocativa, cheia de ressonâncias

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