🔍Leia o artigo completo Entrevista ao poeta português José Pinto

Entrevista ao poeta português José Pinto

0 comentários 🕔12:00, 19.Jan 2017

- Palavra Comum: Que é para ti a literatura (a poesia, nomeadamente)? - José Pinto: O som da mastigação alheia quando a casa está em silêncio. A luz de presença intermitente e a falha da lanterna. Esquecemo-nos de comprar pilhas. No fim de contas tudo se resolve assim, comprando. Não é? A poesia é o vírus, as vozes, espelhos múltiplos, a humanidade ao longe, através do livro, o sussurro, o colo, um beijo, às vezes mais. Um

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🔍Leia o artigo completo “Luz aprisionada”, Paula Gómez del Valle & Alfredo Ferreiro

“Luz aprisionada”, Paula Gómez del Valle & Alfredo Ferreiro

0 comentários 🕔11:00, 19.Jan 2017

Nossa amiga Paula Gómez del Valle vem de associar esta fotografia sua a um poema meu do livro Versos fatídicos (1994-2010), editado pelas Edicións Positivas em 2011.  O poema faz parte de um pequeno grupo de três textos automáticos que, sob o título "A aliá que nos mostra o caminho ~ Homenagem a Viola", nasceu a partir da obra do pintor Manuel Viola. A fotografia, que não tinha título, por acordo mútuo passa a levar como

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🔍Leia o artigo completo No volver que seremos estamos (V), por Rafael Catoira

No volver que seremos estamos (V), por Rafael Catoira

0 comentários 🕔10:00, 19.Jan 2017

Desde a Palavra Comum agradecemos a Rafael Catoira que escolhesse este espaço para publicar, em diversas entregas, o seu poemário inédito No volver que seremos estamos. Antigo dito da tribo Hopi: Nós somos aqueles aos que estabamos a agardar. *** O tecido da chuvia A chuvia tece con delgadas agullas o devir eterno da vida. Esta visión transcende o ollar cando no ar a luz amosa eses filamentos que aluman de invisible brancura. Esa translúcida caída. O seu descenso de frío magma. A súa

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🔍Leia o artigo completo Galiza e Portugal. Qual (quais) fronteira (s)? (II)

Galiza e Portugal. Qual (quais) fronteira (s)? (II)

0 comentários 🕔12:00, 16.Jan 2017

Por convite do Joaquim Pinto de Silva e Ana Miranda, participei no Ateneu Comercial do Porto, no passado 3 de Janeiro de 2017, no debate Galiza e Portugal. Qual (quais) fronteira (s)?, onde falei a partir destes textos que vou ir publicando em várias partes. Quero agradecer enormemente tanto o convite como a camaradagem comum que pairou sobre este debate, tão necessário como prometedor de novos encontros... Ramiro Torres Aqui pode ver-se a primeira parte *** Com certeza, já

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🔍Leia o artigo completo Para lembrarmos Franco Fortini

Para lembrarmos Franco Fortini

0 comentários 🕔11:00, 16.Jan 2017

Este 2017 que agora se inicia conmemorará o centenario do nacemento do poeta, e ensaísta, italiano Franco Fortini. Como homenaxe, entregamos aquí varios textos seus, un poema e dous textos en prosa. O poema, como todo poema, fala por si só. É un poema contra moitas cousas, en poucos versos. Un poema contra a mentira, contra a nostalxia, contra o stalinismo e os seus herdeiros, reformistas ou non, un poema a prol da revolución que

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🔍Leia o artigo completo 2 movimentos feministas contemporâneos

2 movimentos feministas contemporâneos

0 comentários 🕔10:00, 16.Jan 2017

1. Femen: Funda-se em abril de 2008 em Kiev (Ucrânia). O corpo é a ferramenta com a que levam a cabo as suas reivindicações, entendido como campo de batalha. Deste jeito captam a atenção e as suas faixas ou berros são lidas e/ou escutados. Entendem a religião como um inimigo, tanto o cristianismo como o islamismo, e não são poucas as vezes que se manifestam em igrejas ou mesquitas. Recentemente realizaram um protesta no colégio

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🔍Leia o artigo completo Eu viveria sem literatura

Eu viveria sem literatura

4 comentários 🕔11:00, 12.Jan 2017

Esses dias li um post de um amigo dizendo sobre a necessidade da Poesia, de não conseguir viver sem a bendita. Acho que também não viveria sem ela, tampouco sem palavra, mas talvez sem a necessidade de ler e escrever, pois mesmo que hoje essa querência seja irreversível, houve um tempo que isso não era fundamental pra mim. Quando miúdo, sonhava ser jogador de bola, o restante não fazia muito sentido, gostava de batucar e versar

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🔍Leia o artigo completo Lembrança de Mário Soares, por Ernesto Areias

Lembrança de Mário Soares, por Ernesto Areias

0 comentários 🕔10:30, 12.Jan 2017

Um dos maiores estadistas do último século, um português grande, um socialista de alma. Sempre o vi ao lado do povo e na defesa de Portugal. Grande defensor do Estado Social e indefectível europeísta, desempenhou um papel crucial na diplomacia portuguesa e nos equilíbrios fundamentais nas horas difíceis do PREC. Grande, sobretudo ao pé dos criados de servir do capital financeiro que vêm amesquinhando a Europa. Deixou-nos um homem de cultura que, como ninguém, nos fez sonhar

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🔍Leia o artigo completo Constelacións

Constelacións

0 comentários 🕔10:00, 12.Jan 2017

"Constelacións" é uma fotografia de Manuel Lestón que vai acompanhada de um poema de Ramiro Torres: A consciência abre-se à cosmogonia do abraço, aquece o céu desde dentro com uma espiral intacta entre os seus corpos: caem no seu interior os signos inenarráveis da razão convulsa, atrapada a percepção no rasto desta memória que avança sobre nós como morada do sol ardendo nos olhos. Ramiro Torres, Janeiro de 2017.

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🔍Leia o artigo completo No volver que seremos estamos (IV), por Rafael Catoira

No volver que seremos estamos (IV), por Rafael Catoira

0 comentários 🕔09:30, 12.Jan 2017

Desde a Palavra Comum agradecemos a Rafael Catoira que escolhesse este espaço para publicar, em diversas entregas, o seu poemário inédito No volver que seremos estamos. Antigo dito da tribo Hopi: Nós somos aqueles aos que estabamos a agardar. *** Fría mañá de vidro Esta fría mañá de vidro co cristal do ceo ferindo a xeada, nos prados as nubes imitan á brétema e acoitelan xeos de verdura. Canta o río o seu borboriño e arrola aos peces no seu espertar nocturno. Todo permanece grave, estendido veo

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🔍Leia o artigo completo Galiza e Portugal. Qual (quais) fronteira (s)? (I)

Galiza e Portugal. Qual (quais) fronteira (s)? (I)

1 comentário 🕔10:15, 09.Jan 2017

Por convite do Joaquim Pinto de Silva e Ana Miranda, participei no Ateneu Comercial do Porto, no passado 3 de Janeiro de 2017, no debate Galiza e Portugal. Qual (quais) fronteira (s)?, onde falei a partir destes textos que vou ir publicando em várias partes. Quero agradecer enormemente tanto o convite como a camaradagem comum que pairou sobre este debate, tão necessário como prometedor de novos encontros... Ramiro Torres *** A cultura galega hoje está numa situação convulsa. Por

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