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Entrevista de Japone Arijuane ao escritor angolano José Luís Mendonça

0 comentários 🕔11:00, 23.Mai 2016

Por Japone Arijuane (1) José Luís Mendonça é um escultor de palavras, conhecedor da sua realidade e das outras, sua escrita ultrapassou o tempo e tempestades mantendo a originalidade própria. Este poeta angolano nascido em Golungo-Alto, na província do Cuanza Norte, em 24 de Novembro de 1955, consegue aliar a literatura e o bom jornalismo de forma e conteúdo galanteador. Mendonça é um daqueles angolanos, como diz seu patrício Lopito Feijó, também poeta; que estudou Direito

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0 comentários 🕔10:30, 23.Mai 2016

A imagem de Portugal na Galiza (Através Editora, 2016) TRECHO EM ANTECIPO 1 (as 'Sequências imagéticas' com que abre o PREÂMBULO) «–Sempre vos encantaron as portuguesadas. Non sei que lle vedes a ese país. Sácalos de cociñar bacallao e de falsificar roupa de marca e quédanse en nada. ¡Estragar así unha revolución! ¡Hai que joderse!» A citação está tirada da obra de teatro Rastros (1998) de Roberto Vidal Bolaño (Compostela, 1950-2002), um autor que mesmo tendo sido algo perturbador para

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0 comentários 🕔10:00, 23.Mai 2016

Fotografia de Nuno Mangas-Viegas os ciclos parecem sempre quadrados quando acabam e os conceitos que restam parecerão preconceitos há coisas que mudam nas estradas que ouvimos repletas há pedras que saltam dos olhos que escutamos de perto… pudesse a ternura ser a circunstância de sempre sempre protegida das alterações químicas do ser e o teu olho seria a liberdade da jaula o grito da alma, a força de dentro expelida, uma força primordial incapaz de se absorver na pele das mulheres e dos homens e se

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Inventei uma máquina de confundir paisagens

0 comentários 🕔09:33, 23.Mai 2016

Inventei uma máquina de confundir paisagens e de acender estrelas nas noites escuras de Inverno. Gosto de pensar que as frias canções de acordar são preenchidas pelo silêncio triste dos símbolos. São claras as crianças que brincam ao entardecer, inspiradas pela poesia das raízes iluminadas. A minha voz procura o peso íntimo da água. O desejo nu dos espaços lascivos espera o instante suave da loucura. Nascem os bichos mordidos pelas flores do mal. Os homens cantam canções cegas

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0 comentários 🕔11:00, 19.Mai 2016

- Palavra Comum: Que é para ti a literatura? - Xosé Lois García: Não sei dizer. Talvez ficaria atrapalhado por definições incorretas pelo que ela mesmo pode significar e sugerir. Esta mesma pregunta, mas no âmbito das artes, eu lhe fiz a Isaac Díaz Pardo. Ele apontou para o desenho da minha camisa, sinalando que isso era arte em função das combinações dos traços e das cores. Isaac concluiu: “Arte é tudo, e tudo está em

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🔍Leia o artigo completo A hora em que as luzes se acendem

A hora em que as luzes se acendem

0 comentários 🕔10:30, 19.Mai 2016

O tempo aa amarga aa demais a luz aaaa A ave voa aaaa um céu aaaa repleto de manhãs Não há em meus pés descalços aaaa maior motivo para aaaa deslocar desejos aaaa que ver a luz aaaa sendo amargada aaaaaaaaaa pelo tempo aaaa escasso O maior medo é o presente aaaa Pois a busca da felicidade aaaaaaaaaaaaaaaaa é a fugacidade aaaaaaa da busca Por silêncios, tomo os barulhos que perpassam o vidro entreaberto da janela do quinto andar aaa As rugas do lençol aaaaaaa guardam em si aaaaaaa alguns sossegos aaaaaaa que divergem aaaaaaa dos ruídos aaaaaaaaaaa próprios dos aaaaaaaaaaa reflexos

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0 comentários 🕔10:00, 19.Mai 2016

A série Cinefilias é obra de Roge Fernández.

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30 poemas de 24 poetas quebequenses do século XX (III)

0 comentários 🕔09:30, 19.Mai 2016

A poesía do Quebec non foi, que saibamos nós, moi traducida ao galego. Que lembremos, só no número 21 de Grial (xullo-agosto-setembro 1968), Xesús Cambre Mariño (un deses nomes que brillaron durante un tempo no noso firmamento e despois non soubemos máis del, como aconteceu con Xesús B. Pena Trapero, Xosé Antón Arxona e tantos outros que sería longo enumerar) traduciu tres poemas de tres poetas quebequeses co título “Pequena amostra da poesía do Canadá

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Entrevista a Ramón Caride

0 comentários 🕔13:00, 16.Mai 2016

- Palavra Comum: Que é para ti a literatura? - Ramón Caride: A literatura como actividade é unha parte inseparábel da miña vida. O acto físico de ler ou escribir ocúpame sempre un bo anaco do día. Non é tampouco a miña actividade esencial, en canto que non lle podo adicar todas as horas que ás veces quixera, pero mesmo cando non leo nin escribo, non deixo de pensar no que vou ler ou redactar máis

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0 comentários 🕔12:00, 16.Mai 2016

A imagem de Portugal na Galiza (Através Editora, 2016) APONTAMENTOS AO CANTO (origem e andamento) Que pensas tu de mim? Que penso eu de ti? Como te vejo, como me vês...? As pessoas parecem preocupar-se por isso. Às vezes. Os países também. E algum Portugal constantemente anda às voltas com isto e com a própria identidade –sim, eles também. Um passado demasiado grande para um presente pequeno, opressivo, no tamanho e nas condições de vida, dentro de uma Europa que

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Vencedores no Certame literário de Arteijo

0 comentários 🕔11:00, 16.Mai 2016

«Os prémios conhecêrom-se durante a cerimónia celebrada durante a noite de ontem, 13 de maio às 19:30 hs. no Centro Cívico do Concelho de Arteijo. Durante o ato de entrega, que foi comandado polo professor e escritor Henrique Rabunhal, o novo coordenador do certame, Alfredo Ferreiro, apresentou o volume A garza insomne, que recolhe os nove relatos finalistas das  anteriores três edições, e sobre o que valorizou "a colaboração do fotógrafo Xacobe Meléndrez, cuja garça

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