Entrevista ao pintor Manuel Suárez

Entrevista ao pintor Manuel Suárez

0 comentários 🕔12:30, 21.Ago 2015

- Palavra Comum: Que é para ti a arte?

- Manuel Suárez: A resposta á pregunta eterna na que nunca coincidirán dúas persoas. Xamais!!

Para min? “Algo” que eleva a un nivel superior todo o que toca. Non sei máis.

- Palavra Comum: Como é, no teu caso, o processo de criação artística?

- Manuel Suárez: Duro, difícil, doloroso, delirante, inevitable, inxusto, incomprendido, longo, obsesivo, aditivo, solitario, soberbio, desagradecido, pracenteiro, compulsivo, vingativo, vingador, repulsivo, pero natural á vez e sobre todo… imprescindible.

- Palavra Comum: Que Manuel Suárez obra 1vínculos consideras que existem entre artes plásticas e outras artes (literatura, música, etc.)? Que experiências tens, neste sentido?

- Manuel Suárez: Coido que todas, unha, coido… Non, non coido, afirmo, confirmo. Se teño que atopar algo é o artista, mais el non ten culpa, é un mero conduto. Así que non diferencio entre artes. Só arte. Cada quen ten as súas ferramentas e a súa linguaxe.

- Palavra Comum: Que referentes (estilos, criador@s, etc., num sentido amplo) tens no teu trabalho criativo? Quais deles reivindicarias por não serem ainda suficientemente conhecidos?

- Manuel Suárez: Os q sinten/sentiron e viven/ viviron tanto a arte que xa nin se lles nota. Réndome a eles, e hai moitos. Eses si están por riba, a outro nivel: uns con cartos, outros non.

- Palavra Comum: Para ti, como é -ou como deveria ser- a relação entre Arte(s) e Vida?

- Manuel Suárez: É unha relación maldita, imposible. Cada un que a leve como poida.

- Palavra Comum: Que Manuel Suárez obra 2caminhos entendes seria interessante transitar nas artes, nomeadamente na comunicação com o público e a sociedade hoje?

- Manuel Suárez: Os artistas non podemos dar máis, nesta etapa da historia coido que lle toca ao público. Teño fe en que iso aconteza pronto.

- Palavra Comum: Que projetos tens e quais gostarias chegar a desenvolver?

- Manuel Suárez: Mil e ningún. Sempre así.

Gustaríame unha Expo tranquila, sen nerviosismo, sen galerías nervosas e con público relaxado tamén. Coido que pouco máis, a loucura/cordura poreina eu.

NOTA: as obras que aparecem no corpo da entrevista pertencem ao autor. Para conhecer mais o seu trabalho, pode-se ver a sua web e também este vídeo.

Sobre o autor / a autora

Ramiro Torres

Ramiro Torres

(Galiza) Ramiro Torres nasceu na Corunha no 1973 e estudou Graduado Social. Tem publicado poemas na revista 'Poseidónia' e 'Agália', assim como no blogues 'A fábrica' e 'A fábrica da preguiça'. Inaugurou as edições do Grupo Surrealista Galego com o seu livro "Esplendor Arcano".

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