“Xanelas, fiestras, ventás” (1), por Mónica Montero

0 comentários 🕔10:30, 23.Fev 2017

“Xanelas, fiestras, ventás” foi uma exposição de Mónica Montero, na Casa da Cultura Avilés de Taramancos de Noia, entre 18 de Novembro e 2 de Dezembro. Agradecemos à autora as facilidades concedidas para divulgar estas obras na Palavra Comum.

«Abrir fiestras, xanelas e ventás nun movemento de ida e volta, interior e exterior. Apertura cara a fóra e tamén cara adentro.
Grazas a este espazo pode verse a sí mesma ao longo dos anos porque aquí conviven obras moi recentes con outras máis antigas.Isto posibilita este exercicio de autocoñecemento.
A través desta xanela pode ver, ler e comprender a súa propia linguaxe, Unha lingua cunha sintaxe críptica que non para de falar, cantar e ata de berrar constantemente. Como as sereas e Melusinas que invaden o seu imaxinario.
Abrindo esta ventá intenta descifrar a gramática do inconsciente para saber quen ven sendo esa tal Mónica Montero. Nada menos».

María Creo

«Nesse espaço intermédio, onde rompem as perspectivas condicionadas por tantos séculos gastados em ocultar o fulgor que tocamos com as pontas descontaminadas dos dedos, acontece um encontro. Simples, como uma estrela a estourar no zénite ao compasso do olhar libertado desde o brilho extremamente interior da luz, renascente em cada instante o universo a arder na percepção, sem início nem fim.

É aí, nesse lugar intenso e ubíquo, onde abrimos as janelas para converter o exterior e o interior num mesmo âmbito inebriado, atravessado por este fogo primordial do existente que chama, uma e outra vez, à fascinação do seu saber estremecido».

Ramiro Torres

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