Entrevista ao escritor português João Luís Barreto Guimarães

Entrevista ao escritor português João Luís Barreto Guimarães

0 comentários 🕔09:00, 25.Mai 2017

- Palavra Comum: Que é para ti a literatura?

- João Luís Barreto Guimarães: Apenas mais uma palavra.

- Palavra Comum: Como levas adiante o processo de criação literária?

- João Luís Barreto Guimarães: Aos pouquinhos, imagem a imagem, linha a linha.

- Palavra Comum: Qual consideras que é a relação entre a literatura e outras artes (música, cinema, artes plásticas, etc.)?

- João Luís Barreto Guimarães: São como uma quadrilha de ladrões mas que se assaltam entre si.

- Palavra Comum: Quais são os teus poetas referenciais?

- João Luís Barreto Guimarães: Todos aqueles que li e de que gostei, que gostariam de ter escrito o que eu escrevi.

- Palavra Comum: Que caminhos (estéticos, de comunicação das obras e @s escritor@s com a sociedade, etc.) estimas interessantes para a criação literária hoje?

- João Luís Barreto Guimarães: Para a criação literária, nenhum. A criação poética deve ser alheia aos mecanismos da sua divulgação. Para a comunicação literária, todos os que sejam dignos.

- Palavra Comum: Como vês a literatura portuguesa nestes momentos?

- João Luís Barreto Guimarães: Com muita curiosidade.

- Palavra Comum: Que perspectiva tens sobre Galiza e a sua vinculação com a Lusofonia?

- João Luís Barreto Guimarães: Galiza – e Portugal – como dois irmãos gémeos que tiveram de se separar na infância mas a quem sempre se regressa na vida adulta com amor.

- Palavra Comum: Que vínculos há, do teu ponto de vista, entre arte e vida?

- João Luís Barreto Guimarães: Não é a mesma coisa?

- Palavra Comum: Que projectos tens e quais gostarias chegar a desenvolver?

- João Luís Barreto Guimarães: Conseguir um dia escrever um bom poema.

Sobre o autor / a autora

Ramiro Torres

Ramiro Torres

(Galiza) Ramiro Torres nasceu na Corunha no 1973 e estudou Graduado Social. Tem publicado poemas na revista 'Poseidónia' e 'Agália', assim como no blogues 'A fábrica' e 'A fábrica da preguiça'. Inaugurou as edições do Grupo Surrealista Galego com o seu livro "Esplendor Arcano".

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