Mensagens de Palavra comum

🔍Leia o artigo completo Nemancos, por Viki Rivadulla

Nemancos, por Viki Rivadulla

0 comentários 🕔10:00, 20.Mar 2017

“Nas terras de Nemancos, sobre unha lingua de area que se adentra na mar brava, e ao abrigo dun monte de penedos, estableceron o seu fogar homes e mulleres que non tiñan medo a vivir no límite, ao borde do mundo. Nos días de temporal o mar atravesaba esa lingua de area de banda a banda. Nesa terra, o nordés era persistente, pero elas e eles aprenderon a aproveitar a súa forza e convertéronse case

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🔍Leia o artigo completo Entrevista e obra do escritor brasileiro Remisson Aniceto

Entrevista e obra do escritor brasileiro Remisson Aniceto

1 comentário 🕔09:30, 16.Mar 2017

Natural de Nova Era (MG), pequena cidade vizinha da Itabira do Carlos Drummond de Andrade, Remisson Aniceto sempre imaginou que algum dia ultrapassaria as montanhas para conhecê-lo mas, como o poeta já havia advertido bem antes: "tinha uma pedra no meio do caminho". Começou a escrever bem cedo por influência do seu pai que era alcoólatra inveterado, mas cujo vício ainda maior era a leitura. Apesar de pouco saber ler, seu pai não dispensava o

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🔍Leia o artigo completo Liberdade (Grupo Surrealista Galego)

Liberdade (Grupo Surrealista Galego)

0 comentários 🕔09:00, 16.Mar 2017

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🔍Leia o artigo completo Lagostim do dia, por Carlos Botana

Lagostim do dia, por Carlos Botana

0 comentários 🕔11:00, 06.Mar 2017

"Lagostim do dia" (acrílico / papel) é uma obra plástica de Carlos Botana.

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🔍Leia o artigo completo Cultura Científica na Identidade Galiza-Portugal, por Joana Magalhães (Revista InComunidade)

Cultura Científica na Identidade Galiza-Portugal, por Joana Magalhães (Revista InComunidade)

0 comentários 🕔11:00, 23.Fev 2017

Desde a Palavra Comum saudamos a existência (e insistência) da revista digital irmã InComunidade, feita em Porto, que chegou neste mês à sua 53ª edição, trás quatro anos de constante trabalho na rede. Dirigida por Henrique Prior, e tendo como director-adjunto a Jorge Vicente, tem um Conselho Editorial formado, além deles dois, por Alice Macedo Campos, Cecília Barreira, Clara Pimenta do Vale, Filomena Barata, Maria Estela Guedes, Maria Toscano e Myrian Naves. Neste novo número floresceu um

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🔍Leia o artigo completo “Xanelas, fiestras, ventás” (1), por Mónica Montero

“Xanelas, fiestras, ventás” (1), por Mónica Montero

0 comentários 🕔10:30, 23.Fev 2017

"Xanelas, fiestras, ventás" foi uma exposição de Mónica Montero, na Casa da Cultura Avilés de Taramancos de Noia, entre 18 de Novembro e 2 de Dezembro. Agradecemos à autora as facilidades concedidas para divulgar estas obras na Palavra Comum. «Abrir fiestras, xanelas e ventás nun movemento de ida e volta, interior e exterior. Apertura cara a fóra e tamén cara adentro. Grazas a este espazo pode verse a sí mesma ao longo dos anos porque aquí conviven

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🔍Leia o artigo completo <em>Machado de Assis e a mundana comédia. Cinco peças teatrais</em>, edição de Carlos Paulo Martínez Pereiro e Alva Martínez Teixeiro

Machado de Assis e a mundana comédia. Cinco peças teatrais, edição de Carlos Paulo Martínez Pereiro e Alva Martínez Teixeiro

0 comentários 🕔10:00, 23.Fev 2017

Desde a Palavra Comum agradecemos a Carlos Paulo Martínez Pereiro e Alva Martínez Teixeiro as facilidades concedidas para a publicação destes fragmentos introdutórios do livro "Machado de Assis e a mundana comédia. Cinco peças teatrais", publicado na Biblioteca-Arquivo Teatral Francisco Pillado Mayor da Universidade da Corunha, que comemoram os seus vinte anos de existência (1997-2017) dando à luz este volume número 72.  O livro é o resultado da colaboração entre o Centro de Literaturas e Culturas

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🔍Leia o artigo completo No volver que seremos estamos (e VI), por Rafael Catoira

No volver que seremos estamos (e VI), por Rafael Catoira

0 comentários 🕔08:35, 20.Fev 2017

Desde a Palavra Comum agradecemos a Rafael Catoira que escolhesse este espaço para publicar, em diversas entregas, o seu poemário inédito No volver que seremos estamos. Antigo dito da tribo Hopi: Nós somos aqueles aos que estabamos a agardar. *** A xeito dun final, cando nada remata. Crepúsculo I No amplo berce escuro do ceo seguir as luces que guían os astros. Ollar na noite. Apoderarse dese astro que brilla ao lonxe, na esquina dun universo que cabalga a súa propia sombra desde a primeira laparada, sobre o

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🔍Leia o artigo completo 2 poemas inéditos de José Pinto

2 poemas inéditos de José Pinto

0 comentários 🕔09:00, 09.Fev 2017

Tema para jóvenes enamorados (Los belkings) Eu acredito no Homem. E nas suas variações genéticas por vir. E na Conceição Lima, uma senhora com óculos de sol que exibe a cara na grelha lateral, com quem tenho cinco amigos em comum. E no Emprego Porto. Quem acredita, vai. Cedo. 'Vista às 3:18' *** ao João Branco à Janaina Branco Eu acredito no Homem. Eu acredito na influência das constelações, nas molas que seguram as pontas do varal enlaçado na garganta a um instante de romper, anciãs lendas africanas de espetros noturnos que visitam

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🔍Leia o artigo completo No volver que seremos estamos (V), por Rafael Catoira

No volver que seremos estamos (V), por Rafael Catoira

0 comentários 🕔10:00, 19.Jan 2017

Desde a Palavra Comum agradecemos a Rafael Catoira que escolhesse este espaço para publicar, em diversas entregas, o seu poemário inédito No volver que seremos estamos. Antigo dito da tribo Hopi: Nós somos aqueles aos que estabamos a agardar. *** O tecido da chuvia A chuvia tece con delgadas agullas o devir eterno da vida. Esta visión transcende o ollar cando no ar a luz amosa eses filamentos que aluman de invisible brancura. Esa translúcida caída. O seu descenso de frío magma. A súa

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