Mensagens de Artur Alonso Novelhe

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Pralaya

1 comentário 🕔11:15, 28.Mar 2016

Alguém mata tua inspiração na espiração e tu ficas zangado, ó furioso ego. Tu matas tuas sensações dentro das sensações e esse alguém se realiza através das tuas rígidas normas, ó meu filho em confronto Contigo mesmo. Sendo assim aquele renuncia a matar e ganha na devoção ao amor as ausências de apegos místicos. O paraíso é uma simples flor por ela morrera um pequeno príncipe. A ignorância nesse transe se desvaneceu e veios ocultos ficaram à intempérie Revelada agora será a conexão que ao nascer esqueceras. Fala o inútil por

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Jhanas

0 comentários 🕔11:30, 05.Nov 2015

"Quando os ouvidos do discípulo estão preparados para ouvir, então vêm os lábios para os encher com Sabedoria." (O Livro do Caibalion) Calor e frio têm entre eles tão só nos degraus seu apelido: o gélido pode ser quente, o que queima sustentar umas mãos demasiado frias. E a espada que degola tua aorta pelo teu mesmo coração brandida Todo está dentro, não adivinhas? O malfeitor foi à vez o adulador da tua psique. Ainda não percebeste: nisso este mundo consiste... com a

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The Way

0 comentários 🕔12:30, 18.Ago 2015

“Quem procura, não deixe de procurar até achar; e quando achar, será estupefato; e, quando estupefato, ficará maravilhado – então terá dominio sobre o Universo” (Evangelho de Tomé) Que necessidade tens de mudar seja o que seja? Para ti, minha irmã, ele fabricou uma barriga cheia: dous filhos hão de medrar por seu ímpeto na pobreza. Por que nos vamos importunar com essa ou outra violência? Não há necessidade de mudar seja o que seja. No mês de Margazhi o povo Tamil reza. Dezembro também simboliza a paz; o 25

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Kether, por Artur Alonso Novelhe

0 comentários 🕔10:30, 08.Jun 2015

Deus é pressão e tua mão tentando abater o muro um véu muito negro que não pode resistir a inércia do impulso O incognoscível tem sua certeza e ainda que tu não a possas tatear, a natureza que encerra seu alento, a pesar tua, te alimenta O teu modo de conscientização não pode comunicar com o dele. Lamento, infelizmente: teu corpo abatido caiu em frente das grades da Europa. Lamento, mas em este mundo imenso de mística consumação tu foste uma letra de câmbio no mar onde adormeceste um relâmpago fugidio da compreensão daqueles

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Amar, por Artur Alonso Novelhe

1 comentário 🕔12:30, 04.Mar 2015

Cuidar-te como uma flor Também gostaria dizer-te tantas cousas que dizer-te me fora impossível como: os papeis que algum dia te entreguei em tuas mãos foram desprezo O acaso tem estas cousas, repara de fundo no resto... Cuidar-te como uma flor decidir que com olhar-te soluciona-se tanta dor na humanidade, por aí fora, retida em lágrimas – que outros desprezam e sempre em seu baile se perdem... como se alguém se importar com o infortúnio que habita outras mentes. E o tempo que é o nada inconscientemente a me dizer - a mim

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🔍Leia o artigo completo O grande jogo, por Artur Alonso Novelhe

O grande jogo, por Artur Alonso Novelhe

0 comentários 🕔14:00, 28.Jan 2015

Pela força de atração e repulsão surge a dúvida no mundo. No combate ao indiferente eu achei certa aquela voz que habita no meu deserto. O profeta proferindo: “Amar-vos uns dentro dos outros” Mas o clérigo predicou, prevaricando : “Olho em seus olhos, dente em seus dentes deveis vingar: é tempo de derrubar o templo” Respiramos longamente, para no espelho assassinar aquele que nos mostra a nós mesmos Tínhamos uma vida anímica e na arte filantrópica, altruísmo para logo nos mostrar, a eles, também superiores.... (fora

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🔍Leia o artigo completo <em>Holograma</em>, de Artur Alonso Novelhe

Holograma, de Artur Alonso Novelhe

0 comentários 🕔09:30, 31.Dez 2014

O corpo atenua a dor, certamente mesmo assim temos chegado a um ponto de dano irreversível. Tu admiras um rosto na fotografia, ela luta, pela contra, contra a glória longe de seu país sonhando sua morte com honorável virtude e, aureamente, os anciãos nahuatl bailam na lua que reflete o jasmim aguardando extrair seu êxtase. O corpo atenua a dor, bebendo sonhamos ser livres, e o fuzil semeia medo sobre um temor da verdade ser, em verdade, um impossível. Mulheres humildes do povo Yazadi caminham descalças sem tempo a reparar que

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🔍Leia o artigo completo <em>Contenda na concorrência</em>, por Artur Alonso Novelhe

Contenda na concorrência, por Artur Alonso Novelhe

0 comentários 🕔16:45, 15.Out 2014

A espécie extermina outras espécies, denota providência. Ocupa imensa a plana maior de todo o atemorizado planeta, e ainda assim sempre se encontram, por dentro, valeiros. A espécie mata à rapina, abre as entranhas da mãe - terra na areia ferida - e no entanto continuamente se sente, a miúdo, vencida. Hoje reúnem-se perto dum combinado local a determinada hora, em determinada altura, para devorarem-se por si mesmos. Maximus Sancti cum nomine do Primeiro Sacramento A este ato denominam-no contenda. Seu objetivo: garantir cobiçados recursos que a seguir em grandes celebrações dilapidam sempre, com arrogância,

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