Mensagens de Carlos Quiroga

🔍Leia o artigo completo A máquina Gonçalo M. Tavares

A máquina Gonçalo M. Tavares

0 comentários 🕔13:30, 27.Mar 2017

O autor talvez mais internacional das letras lusas dispensa qualquer introdução. Também porque até passou pela Galiza nos primeiros tempos do seu fantástico crescimento. Foi a convite em Compostela precisamente da revista Biblos . Eram os primórdios de um grande percurso. Hoje plenamente confirmado. Gonçalo M. Tavares (Luanda, 1970) estourou de início como já sendo autor com aura, e estar apetrechado com exigente gaveta de um dia apontar para o céu. E começou a disparar em

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🔍Leia o artigo completo Afonso Cruz,  uma escolha fresca e proteica

Afonso Cruz, uma escolha fresca e proteica

0 comentários 🕔11:00, 09.Mar 2017

Desde o seu primeiro romance em 2008, A Carne de Deus, já nunca mais parou, com uma, duas, três e até quatro ou mais obras por ano. E se juntamos outros livros com colaborações, volumes de ilustrações, participação na imprensa diária ou periódica (crónica mensal "Paralaxe" no Jornal de Letras), estaremos facilmente diante do criador mais impaciente, multifacetado e ativo da cena lusitana. Afonso Cruz (Figueira da Foz, 1971) formou-se entre Lisboa e a Madeira em

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🔍Leia o artigo completo Paulo José Miranda, um Maldito volta ao Lar

Paulo José Miranda, um Maldito volta ao Lar

0 comentários 🕔11:00, 26.Dez 2016

Insinua-se em 1997 com A voz que nos trai, Prémio Teixeira de Pascoaes de poesia; abalroa em ruído no ano a seguir com O corpo de Helena (teatro), A arma do rosto (poesia) e Um prego no coração (novela); e no outro chuta-se fugaz ao Olimpo com Natureza Morta –Prémio Saramago e primeiro da saga. A partir daí, quase um sumiço. Mas Paulo José Miranda (1965), formado em Filosofia, continuava a publicar depois daquela irrupção. Com

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🔍Leia o artigo completo “A Obra de Miguel Real,  torrente lúcida e apelativa”

“A Obra de Miguel Real, torrente lúcida e apelativa”

0 comentários 🕔10:30, 19.Dez 2016

Autor de mais de cinquenta livros, entre romances, ensaios, manuais, traduções e peças de teatro, este vigoroso peso pesado das letras lusas tem delineado personagens memoráveis – tanto na História como numa história –, tem lançado rotas para nos levar em visita inteligente pelas sete partidas do mundo que o português criou, tem pensado o pensamento da nossa cultura com um alento novo, fresco, à altura dos palatos mais exigentes, e ao tempo acessível às

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🔍Leia o artigo completo Coura Minhoto Spleen (I)

Coura Minhoto Spleen (I)

0 comentários 🕔10:30, 30.Mai 2016

Foi o Alfredo F que sugeriu. Ele estava de partida com a Táti para Alhariz para um encontro do Cultura que Une, eu a unir no Realizar Poesia em Paredes de Coura. Vá lá, escreve umas notas a modo de crónica descontraída e espontânea desse evento. Notas libertárias e expressionistas (ou melhor fauvistas) que se calhar mais do que esforço comportam divertimento –mais alguma foto filha do mesmo minhoto spleen... Às ordens. Só que as circunstâncias

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🔍Leia o artigo completo Portugal segundo a Galiza (II)

Portugal segundo a Galiza (II)

0 comentários 🕔10:30, 23.Mai 2016

A imagem de Portugal na Galiza (Através Editora, 2016) TRECHO EM ANTECIPO 1 (as 'Sequências imagéticas' com que abre o PREÂMBULO) «–Sempre vos encantaron as portuguesadas. Non sei que lle vedes a ese país. Sácalos de cociñar bacallao e de falsificar roupa de marca e quédanse en nada. ¡Estragar así unha revolución! ¡Hai que joderse!» A citação está tirada da obra de teatro Rastros (1998) de Roberto Vidal Bolaño (Compostela, 1950-2002), um autor que mesmo tendo sido algo perturbador para

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🔍Leia o artigo completo Portugal segundo a Galiza (I)

Portugal segundo a Galiza (I)

0 comentários 🕔12:00, 16.Mai 2016

A imagem de Portugal na Galiza (Através Editora, 2016) APONTAMENTOS AO CANTO (origem e andamento) Que pensas tu de mim? Que penso eu de ti? Como te vejo, como me vês...? As pessoas parecem preocupar-se por isso. Às vezes. Os países também. E algum Portugal constantemente anda às voltas com isto e com a própria identidade –sim, eles também. Um passado demasiado grande para um presente pequeno, opressivo, no tamanho e nas condições de vida, dentro de uma Europa que

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