Mensagens de Manuel Lestón

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Ondas

0 comentários 🕔09:30, 27.Abr 2017

* POEMA DE RAMIRO TORRES Matéria líquida em assombro nu, navegações do sol entre o olho da água, casa sem idade para as nossas brânquias a assomar no sonho: este é o universo em pausa infinita de luz, despossessão absoluta, fundação instantânea da única visão libertada, raiz de todo movimento na leveza da Realidade.

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Limícolas

0 comentários 🕔09:00, 02.Mar 2017

*** Procuramos o sol no limo incandescente, batemos as asas sobre o mais obscuro desta linguagem dormida: somos aurífices de uma casa a desprender o silêncio no sonho intacto de uma luz no aquém do vivo, infatigável desenho do saber entranhado nas formas a palpitar entre o universo e nós. Texto de Ramiro Torres

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Pardais

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*** No limiar da realidade, contemplar o silêncio na fenda do visível atrapando o vivo em toda a sua extensão, enquanto somos asa do longínquo a cair sobre a terra inebriada no sonho deste pardal nascendo ao centro do fulgor.

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Constelacións

0 comentários 🕔10:00, 12.Jan 2017

"Constelacións" é uma fotografia de Manuel Lestón que vai acompanhada de um poema de Ramiro Torres: A consciência abre-se à cosmogonia do abraço, aquece o céu desde dentro com uma espiral intacta entre os seus corpos: caem no seu interior os signos inenarráveis da razão convulsa, atrapada a percepção no rasto desta memória que avança sobre nós como morada do sol ardendo nos olhos. Ramiro Torres, Janeiro de 2017.

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Fiestras

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"Fiestras", de Manuel Lestón é uma fotografia que provém da exposição Xanelas, fiestras, ventás, de Mónica Montero Parcero, aberta até o dia 2 na Casa da Cultura Avilés de Taramancos de Noia (A Corunha - Galiza).

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Mudança

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Para A. Pedrosa, com Amor. *** PEDRO CASTELEIRO Nos portos Alfonso Pedrosa in memoriam Para mim sempre foste um marinheiro antigo, ancorado à tua cerveja sob o sol, sempre encostado ao teu baixel de música. E o mar ali já, como escreveu Elias, na nossa chuvosa pronúncia –enquanto tu escampavas. Para mim nós fomos só um barco de amigos com Carmen e Elena, e Concha e Manolo com Júlia a sorrir marítima Gioconda através do mar das nossas mãos e o nosso vinho. E agora tu, sempre esplendente nos adiantas, levando a

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Mar e Terra

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MAR E TERRA Para Eva. Nasce o magnetismo como diamante talhado no ponto intermédio onde terra e água fluem para o adentro da luz: crepita a consciência na irrigação do silêncio sobre a distância abolida entre a nossa entranha e o céu interior ao real, enquanto ascendemos para uma ilha sem idade no meio do coração.

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Ézaro (II)

0 comentários 🕔11:15, 21.Jan 2016

Fotografias de Manuel Lestón no Ézaro, feitas em 10 de Janeiro de 2016. POEMA-DIÁLOGO DE RAMIRO TORRES (II) Somos pedra ascendente, matéria em brasa nascendo na água oculta onde procuramos os passos para o longínquo interior em que o universo aparece, desprovido de toda certeza, abraçado na serenidade que estoura fora do tempo, expandindo-se a infinitude sobre o nosso olhar uno.

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Ézaro (I)

1 comentário 🕔08:00, 18.Jan 2016

Fotografias de Manuel Lestón no Ézaro, feitas o 10 de Janeiro de 2016. POEMA-DIÁLOGO DE RAMIRO TORRES Água inebriada, reconhecemos-te quando ferve a consciência e sangram as palavras no fundo da razão, irrompendo no vivo com toda a inércia do sol enterrado na planície do mundo.

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🔍Leia o artigo completo <em>Inverno. Praia do Brañón. Porto do Son</em>

Inverno. Praia do Brañón. Porto do Son

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Rompen nas praias do asombro ondas de luz.

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