Mensagens de Estela Pan

🔍Leia o artigo completo Nouvelle Vague: reconciliarse co espello para despois rachalo

Nouvelle Vague: reconciliarse co espello para despois rachalo

0 comentários 🕔10:30, 16.Fev 2017

Cando nun Ollo de Vidro (Crea) falaba sobre as influencias da Nouvelle Vague dicíao polo seguinte: Se o que queres é o que odias estás nese punto da Nouvelle Vague en fronte do cinema clásico de Hollywood. Sendo un referente era algo que querían -debían- superar para así construír unha nova linguaxe cinematográfica e así mesmo dramatúrxica. Deteñámonos neste aspecto. Fago fincapé na forma de dirixir os actores que, sen saír do xogo, facíanos máis verosímeis

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Play video A Antígona de María Xosé Queizán, entrevista audiovisual

A Antígona de María Xosé Queizán, entrevista audiovisual

0 comentários 🕔09:30, 06.Fev 2017

Entrevista audiovisual a María Xosé Queizán arredor de Antígona.

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🔍Leia o artigo completo Escritura automática (ou como transitar o subconsciente)

Escritura automática (ou como transitar o subconsciente)

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Cando Luz Pozo Garza leu en voz alta Gauloises remarcou unha frase-verso-: “E nunca vas ao lugar dos meus soños”. Porque a escritura automática, ao igual que os soños, é realizada sen o fluxo de conciencia -e se hai algo desta é porque no proceso se mesturan- deixando que as palabras xurdan como se sempre estivesen aí. Así eu mencionaba “a semiótica almacenada en cada unha de nós”, o que supón que se instalan a

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Amarelo sobre verde

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AMARELO SOBRE VERDE: Formas que remetem a uma pintura baseada nos pressupostos da Bauhaus. Geometrias que refletem uma metonímia da cidade. Duas cores sobrepostas fazem-nos perceber dois planos que se aproximam ou mesmo se diluem. Referenciadas face o expressionismo abstrato, levam consigo uma perspetiva que tem muito de viagem: espaços industriais, edificações modernas? São os lugares pelos que transitamos através de uma ideia construtivista em que a paisagem deixa de ser natureza.

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🔍Leia o artigo completo 2 movimentos feministas contemporâneos

2 movimentos feministas contemporâneos

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1. Femen: Funda-se em abril de 2008 em Kiev (Ucrânia). O corpo é a ferramenta com a que levam a cabo as suas reivindicações, entendido como campo de batalha. Deste jeito captam a atenção e as suas faixas ou berros são lidas e/ou escutados. Entendem a religião como um inimigo, tanto o cristianismo como o islamismo, e não são poucas as vezes que se manifestam em igrejas ou mesquitas. Recentemente realizaram um protesta no colégio

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Paris (II)

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Un outro Paris. Fotografias de Paris feitas por Estela Pan. Torre Eiffel de noite. Museo do Louvre. Pirámides do Louvre. Notre Dame.

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Medeia

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Sentir o vazio nos olhos, só buratos são agora, e nos braços que algum dia recolheram os filhos e agora... Com o amor transformado em terrível ira, o corpo converte-se num féretro que os alberga. Ficar presa no epicentro do horrível dum funesto feito. Só ficam as bágoas derramadas aos borbotões ao lado deles. Sofrer, chorar. Quiçá só esquecer. Assim o feitiço se transformou em vento ferido sobre a terra. Ventos que levavam a maldição.

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🔍Leia o artigo completo Paris, 2001 (I)

Paris, 2001 (I)

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Pompidou entre a néboa. Fotografias de Paris feitas por Estela Pan. Torre Eiffel. Luces co Sacré Coeur ao fondo. Arquitectura. Bistrot.

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🔍Leia o artigo completo 15 <em>Poemas Manuscritos</em>

15 Poemas Manuscritos

0 comentários 🕔09:00, 12.Dez 2016

Desde Palavra Comum agradecemos a Estela Pan o envio destes poemas, nomeadamente por estarem acompanhados por esta versão caligrafada manualmente. Os textos pertencem à sua obra Poemas Manuscritos. A foto que acompanha os textos é de Trash Riot . 1. Desterro cara ningures Nese tránsito do solpor Que se achega a ti Por medio de alegorías Sobre o teu corpo 10. Supoño que as dúbidas Son cabalos sós na noite Que se afastan do lume 17. Se es capaz de transferir O xeito tan peculiar de quererme Poño o altar

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🔍Leia o artigo completo Notas sobre a construción do destino colectivo II

Notas sobre a construción do destino colectivo II

0 comentários 🕔09:00, 28.Nov 2016

Industria: como se aborda desde a anarquía. O desenvolvemento capitalista ten na industria a súa arma de fogo, tanto que case podemos dicir que son un todo. Nos comezos da revolución industrial, anarcosindicalistas destruían a maquinaria como resposta á situación de explotación. Ora ben, na actualidade e referíndonos tamén á tecnoloxía, como apontabamos no artigo refererido as primaveras árabes, o anaquismo ten un aliado na mesma, xa que poden espallar novas, crear grupos e concretar acción.

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