Mensagens de Ugia Pedreira

🔍Leia o artigo completo Músicas de Auel 18. <em>A utilidade da escuita</em>, por Ugia Pedreira & Pierrot Rougier

Músicas de Auel 18. A utilidade da escuita, por Ugia Pedreira & Pierrot Rougier

4 comentários 🕔11:30, 14.Jul 2017

Lua Awel comunica-se através da boa música e do humor. Recebe e atende as situaçons e espaços através das melodias sonoras, da energia, dos ânimos. Esta mestra lembra-nos diariamente as cousas simples, essas pequenas cousas que cantava Serrat: respirar bem, sacar o teu melhor humor, jogar e banhar-te em boas músicas, cagar, respirar, mexar, comer bem. Lembra-nos constantemente o essencial e necessário. A música fomo-la empregando como impulsora de acçons. Como tenho escrito noutros artigos: hard-corde

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🔍Leia o artigo completo Músicas de Auel 17. <em>Another Day, Another Dollar</em>, por Ugia Pedreira & Pierrot Rougier

Músicas de Auel 17. Another Day, Another Dollar, por Ugia Pedreira & Pierrot Rougier

0 comentários 🕔11:30, 25.Ago 2016

Um novo dia abre-se para sacar um dólar mais. Nem mais nem menos. Alá fomos a NY depois de quase um ano organizando as possíveis sessons de ABM com Marcy Lindheimer no edifício Ansonia em Broadway coa 73. Este edifício foi fogar de grandes estrelas, escritores, compositores, jogadores de béisbol, também estúdio de gravaçom, sauna gay, set de cine e hoje vivendas de luxo, e um dos edifícios mais importantes de NY. Ali mora Marcy,

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🔍Leia o artigo completo Músicas de Auel 16. <em>A fala cantada / The singing speech</em>, por Ugia Pedreira & Pierrot Rougier

Músicas de Auel 16. A fala cantada / The singing speech, por Ugia Pedreira & Pierrot Rougier

1 comentário 🕔11:00, 07.Mar 2016

ARTIGO EM GALEGO (ENGLISH VERSION BELOW) Depois de visitas a neurólogos que nom quixerom explicar-nos pormenorizadamente quais som as áreas de maior afetaçom ou fazer-nos uma leitura didática da foto cerebral desta ampla e “anormal” leucomalácia multiquística de Lua, fomos ao D. Brañas, o que atopamos com ancho tempo para falar abertamente sem que tivéssemos que receber liçons pessimistas, umha palmada nas costas ou o silêncio como resposta. Aquel dia lembro bem que Pierre dixo-lhe a Lua:

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🔍Leia o artigo completo Músicas de Auel 15. Integrar-se onde?, por Ugia Pedreira & Pierrot Rougier

Músicas de Auel 15. Integrar-se onde?, por Ugia Pedreira & Pierrot Rougier

0 comentários 🕔10:30, 14.Jan 2016

Artigo adicado a todos os nenos-as que nom som respeitados por seus pais. Ainda nom vejo por nengum lado a chamada integraçom, já nom via a minha em muitos lugares, portanto agora tampouco a de Lua. De pequena tenhem-me tachado de silenciosa, pouco pedichona, séria, cabeçuda, lista, … com os anos também fum gorda, rebelde, críptica, etérea, borde, analítica, má, poderosa, forte, valente, original, e subindo aos cénarios gostei e nom gostei, também admirada fum e

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🔍Leia o artigo completo Músicas de Auel 14. O Coro na Lua. Ugia Pedreira & Pierrot Rougier

Músicas de Auel 14. O Coro na Lua. Ugia Pedreira & Pierrot Rougier

0 comentários 🕔15:00, 15.Out 2015

Levávamos meses na Marinha pensando em como podíamos manejar o tempo que temos com Lua nos cuidados de longa duraçom e mais sobreviver com alento e coa economia imprescindível. Como podíamos equilibrar as nossas capacidades, juntá-las e dar-lhes forma para poder estar com Lua em presença, na força, desde o convencional trabalho sem ter ajuda diária dumha pessoa para a cuidar. Lu ou fica duas horas com seus avós maternos ou com a sua madrinha

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🔍Leia o artigo completo Músicas de Auel 13. As casas. Ugia Pedreira & Pierrot Rougier

Músicas de Auel 13. As casas. Ugia Pedreira & Pierrot Rougier

1 comentário 🕔12:30, 14.Jul 2015

O multifacético artista austríaco Friedensreich Hunderrtwasser dizia que somos responsáveis e coidamos três peles: a pele do corpo, a roupa e a casa. Fum-me dando conta que a minha casa som eu, que as três vam com nós. Tenho tantos espaços habitados e fum embelecendo todos para viver a minha própria cosmogonia, e os que quedaram. A casa como um cosmos. A casa, no sentido romano de chouça que resguarda, nom como “domus” que exerce

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🔍Leia o artigo completo Músicas de Auel 12. Mai matrística. Ugia Pedreira & Pierrot Rougier

Músicas de Auel 12. Mai matrística. Ugia Pedreira & Pierrot Rougier

0 comentários 🕔13:00, 29.Mai 2015

Certamente, só há umha mai biológica, mas som tantas as que aprenderom a coidar-me! Som tantos os que me aprenderom a andar polo mundo! Nom acredito que tenha mais valor um pássaro em mao que cento voando pois amo a liberdade dos 100 pássaros soltos, nom acredito quando me dim a estabelecida frase “nom cámbies nunca, segue assi”, pois aí tá a capacidade de inteligência, adaptar-se, transformar-se e medrar cada dia para melhorar as conexons

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🔍Leia o artigo completo Músicas de Auel 12. A Mariña Mov.

Músicas de Auel 12. A Mariña Mov.

0 comentários 🕔09:00, 29.Abr 2015

Aqui vos deixamos a vida mesma em continuum. Como um assunto leva a outro. Como a nena Lua Awel ou o neno Rui movem e removem. Como as vidas se unem e como cambiam as funçons e os prismas. Aqui vos deixo umha nova cobranta sachada a mao com muito Amor. Somos o que di e como o di a nossa voz, somos o que dim e como o fazem os nossos movimentos. Aguardo que

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🔍Leia o artigo completo Músicas de Auel 11. O berro primal. Ugia Pedreira & Pierrot Rougier

Músicas de Auel 11. O berro primal. Ugia Pedreira & Pierrot Rougier

0 comentários 🕔12:40, 18.Mar 2015

O berro é politicamente incorreto ainda que quase que todos-as começamos a vida berrando. O berro primal. O berro acompanha-nos na defensa quando nos sentimos atacados-as. Tantas vezes atacados-as e incompreendidos-as e acavicornados-as. Há teorias sobre como educar sem berrar e no mesmo lado psicólogas que dim que umha emoçom expressada é umha emoçom superada. Nesta nossa sociedade nom tá bem chorar nos bares, nem berrar a um vizinho, nem rir-se a gargalhadas esplêndidas. Deve-se

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🔍Leia o artigo completo Músicas de Auel 10. Rock n’roll lunático. Ugia Pedreira & Pierrot Rougier

Músicas de Auel 10. Rock n’roll lunático. Ugia Pedreira & Pierrot Rougier

1 comentário 🕔11:40, 18.Fev 2015

Moita xente gosta de ir pola montaña para estar soa na natureza, soa consigo mesma diante do xigante, da lentitude, do silencio. Ir á montaña para elevarse ata onde non se pode máis elevar. Na práctica, subir montañas tamén representa suor, dor nos pés, feridas, frío, calor extrema, falta de osíxeno, cambras, ampolas… Imos dicer que o que a alma puidese ver como unha peregrinación profiláctica, o corpo víveo como algo potente e mesmo violento.

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