Mensagens de Xosé Lois García

🔍Leia o artigo completo Pelo roteiro da Galiza universal de Rosalia de Castro

Pelo roteiro da Galiza universal de Rosalia de Castro

0 comentários 🕔11:00, 12.Jun 2017

NOTA: artigo publicado em 2003 na revista de literatura da Universidade Centro de Guarapuava (Estado do Paraná, Brasil). A figura e a obra de Rosalía de Castro são inesgotáveis nessa universalidade que seus leitores constatarão, como é demonstrado pelo jovem escritor brasileiro, Andityas Soares de Moura, que foi além da leitura da poeta galega para abarcar várias dimensões de sua obra. A importante e sugestiva incursão de Andityas como leitor, antologizador e tradutor faz uma descoberta

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🔍Leia o artigo completo 8 fragmentos de <em>A vertixe dos días</em>

8 fragmentos de A vertixe dos días

0 comentários 🕔09:30, 09.Fev 2017

NOTA DE PALAVRA COMUM: agradecemos a Xosé Lois García as facilidades concedidas para a publicação de 8 fragmentos do seu livro A vertixe dos días, publicado em 2016. Do Prólogo, por Paula Vázquez Verao: "A vertixe dos días non se deixa clasificar. Ás veces, o motivo do escrito diario é unha efeméride, outras unha lembranza da nenez, unha reflexión filosófica, as sensacións que evoca o cambio das estacións... É un inventariar os lindes do que é tempo

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🔍Leia o artigo completo No passamento de Lucila Nogueira

No passamento de Lucila Nogueira

0 comentários 🕔11:00, 23.Jan 2017

Não sei bem por onde começar para definir a ampla personalidade humana e criativa da poeta, escritora e ativista cultural Lucila Nogueira (1950-2016). Ela fugiu para a outra margem da vida o 25 de Natal em Recife. Esta carioca que passou a viver nas latitudes nordestinas teve uma enorme atividade como poeta e como professora de literatura da Universidade Federal de Pernambuco. Os galegos não podemos esquecer as origens luso-galegas dos seus avôs, o paterno

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🔍Leia o artigo completo Prefácio do livro <em>A Pitoresca Etnia das Palavras</em>, de Bendinho Freitas, poeta angolano

Prefácio do livro A Pitoresca Etnia das Palavras, de Bendinho Freitas, poeta angolano

0 comentários 🕔09:45, 27.Out 2016

PREFÁCIO DO LIVRO A PITORESCA ETNIA DAS PALAVRAS, DA AUTORIA DE BENDINHO FREITAS, POETA ANGOLANO UMA POESIA DE INCONTINÊNCIAS Nas mãos tendes um livro de poesia com um título sugestivo: “A Pitoresca Etnia das Palavras”, escrito por um poeta em estreia, mas que levou anos a construir os diversos perfis desta obra-prima, o poeta Bendinho Freitas, nascido em Luanda no ano de 1971. Foi professor de História em diversas escolas do Ensino Secundário e, posteriormente, leccionou Língua

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🔍Leia o artigo completo Homenagem a José Rodrigues, <em>post mortem</em>

Homenagem a José Rodrigues, post mortem

2 comentários 🕔10:10, 15.Set 2016

A notícia chega-me de Portugal, não deixa de surpreender-me pelo falecimento do pintor e escultor José Rodrigues (Luanda, 1936-Porto 2016). Um grato e velho amigo que a princípios da década de 1980, apresentou-nos o poeta Eugénio de Andrade, na “Árvore”, essa instituição artística do Porto que ele ajudara a criar. Vimo-nos com certa frequência no Porto e, sobretudo, em Vila Nova de Cerveira, onde ele criara as bienais artísticas e decorou esta cidade minhota com

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🔍Leia o artigo completo Falece no Porto o artista Veiga Luís

Falece no Porto o artista Veiga Luís

0 comentários 🕔23:49, 22.Ago 2016

O passado dia 7 de julho dávamos a notícia do falecimento de Maria Sofia Monteiro Veiga Leitão. Hoje transcende, tristemente, a do seu filho Veiga Luís, heterónimo de Luís António Monteiro Veiga Leitão, filho do poeta Luís Veiga Leitão. Estamos a falar do homem comprometido com a luta existencial e em defensa dos desfavorecidos, do excelso artista: arquiteto, pintor, ceramista, escultor, medalhista e poeta. O grande amigo da Galiza à que tantas vezes acompanhou a

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🔍Leia o artigo completo Maria Sofia Mendonça Veiga Leitão, <em>in memoriam</em>

Maria Sofia Mendonça Veiga Leitão, in memoriam

1 comentário 🕔19:33, 07.Jul 2016

A morte sempre surpreende e escurece os dias claros em que um intenta ser feliz. A notícia do falecimento de Maria Sofia Mendonça Veiga Leitão na cidade do Porto, não deixa de comover-me e retrotrair-me aos inícios da nossa amizade, desde há perto de quarenta anos. Uma grande mulher que albergou uma imensa e notória dignidade em favor das liberdades do seu país. Ela sofreu as repressões do salazarismo que recaíram sobre o seu marido,

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🔍Leia o artigo completo <em>África em Sinfonia Solar</em> (e IV)

África em Sinfonia Solar (e IV)

0 comentários 🕔11:20, 14.Abr 2016

NOTA DE PALAVRA COMUM: agradecemos a Xosé Lois García a sua vontade de publicar nesta revista o seu livro "África em Sinfonia Solar", com poemas e desenhos da sua autoria, editado em papel em 2005, promovido desde o Centro Cultural Luso Moçambicano de Lisboa, e dificilmente encontrável a dia de hoje. Cada poema vai acompanhado do desenho com o que dialoga. *** 10 Sempre breves e delicadas em seus gestos. Grinalda ou açucena, em almas perfumadas. *** 11 Patética violência sobe desde a areia; o fogo

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🔍Leia o artigo completo <em>África em Sinfonia Solar</em> (III)

África em Sinfonia Solar (III)

0 comentários 🕔10:45, 07.Abr 2016

NOTA DE PALAVRA COMUM: agradecemos a Xosé Lois García a sua vontade de publicar nesta revista o seu livro "África em Sinfonia Solar", com poemas e desenhos da sua autoria, editado em papel em 2005, promovido desde o Centro Cultural Luso Moçambicano de Lisboa, e dificilmente encontrável a dia de hoje. Cada poema vai acompanhado do desenho com o que dialoga. *** 7 O ritmo dos corpos na madurês da terra ilumina os gestos da quitandeira, a cesta leva segredos sem

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🔍Leia o artigo completo <em>África em Sinfonia Solar</em> (II)

África em Sinfonia Solar (II)

0 comentários 🕔11:45, 31.Mar 2016

NOTA DE PALAVRA COMUM: agradecemos a Xosé Lois García a sua vontade de publicar nesta revista o seu livro "África em Sinfonia Solar", com poemas e desenhos da sua autoria, editado em papel em 2005, promovido desde o Centro Cultural Luso Moçambicano de Lisboa, e dificilmente encontrável a dia de hoje. Cada poema vai acompanhado do desenho com o que dialoga. *** 4 Começa a alegria da gente, sem fugir elevam-se... A gente, em redutível dança, busca esse amor habitado, troca de lugar

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