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Ensaio

galiza-berco-da-lusofonia-capaGaliza, berço da Lusofonia. Actas do V Colóquio Anual da Lusofonia, de Helena e Chrys Chrystello (org): «Galiza: Berço da Lusofonia reúne a totalidade dos textos apresentados ao V Colóquio Anual da Lusofonia, que decorreu em Outubro de 2006, na cidade de Bragança, sob o título «Do Reino da Galiza até aos nossos dias: a língua portuguesa na Galiza». Os Colóquios Anuais da Lusofonia são a única realização regular, concreta e relevante em Portugal nos últimos cinco anos sobre a temática da Lusofonia. Descrição da obra: A publicação apresenta em primeiro lugar o discurso inicial de Chrys Chrystello e o prólogo de Ângelo Cristóvão. A seguir figuram as 25 comunicações dos oradores, distribuídas por dois temas principais: Galiza e estudos de tradução. A primeira parte dá uma amostra das diferentes percepções sobre o Português da Galiza, estando representadas personalidades de diferentes associações culturais, como a Associaçom Galega da Língua (AGAL), Movimento Defesa da Língua e Associação de Amizade Galiza-Portugal. Na segunda parte, analisa-se a relevância e problemática das traduções nas suas diferentes vertentes.». [Ler mais]

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Poesia

mario-herrero-a-vida-extrema-arcosonline-capa-1A vida extrema, de Mário Herrero Valeiro. «O materialismo absoluto é o veneno da humanidade. Constitui o primeiro prato de todas as ementas. E significa não a impossibilidade da alma, de resto algo demasiado inexplicável para ser tido em conta, mas a impossibilidade das ideias, do uso básico da inteligência. Como alternativa a este mundo de sombras que sofremos, torna-se preciso descobrir a origem da cegueira. Daí virá a consciência do que o mundo é, agora ocultado trás o véu das falsas verdades. Por enquanto, se não fazermos o que for preciso para impedi-lo, o estômago continuará a crescer, os olhos permanecerão impedidos, e nada servirá para afirmar-nos na queda infinita a que nos querem condenar». [Ler mais]

erotica-alberte-moman-arcosonlineErótica, de Alberte Momán Naval. «Alberte Momán (Ferrol, 1976) é formado e trabalha na área da engenharia técnica agrícola. Como escritor, é autor de diversas obras premiadas, como O Lobo da Xente (Edicións Positivas, Prémio Narrativas Quentes 2003), Erótica (Prémio Francisco Añón de Poesia 2004) ou O Pasado nas Horas (Prémio Rosalía de Castro – Cornellá, 2004). Tem colaborações dispersas por diversos volumes colectivos, como a primeira edição de Relatos de Verán (editado por Ir Indo Edições e promovido pelo diário La Voz de Galicia), ou o poemário Xuro que nunca volverei pasar fame – Poesia Escarlata (editado pela Difusora das Letras, Artes e Ideas e promovido pela associação Redes Escarlata – www.redesescarlata.org, da qual foi membro e coordenador do boletim de de-construção literária Espasmo). Colaborou, também, no volume de poesia Sempre mar – Cultura contra a burla negra, promovido e editado pela associação Burla Negra com motivo do afundamento do ‘Prestige’. do sangue nas mãos / levo-te dentro / porque também eu sou ferida // abraça-me / como o úbere do mundo / e verás deslizar do caucho / o látex da vida / a goma elástica / sobre o rosto / asfixiado // …» [Ler mais]

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