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🔍Leia o artigo completo Entrevista a Marta Dacosta

Entrevista a Marta Dacosta

0 comentários 🕔10:00, 27.Abr 2017

- Palavra Comum: Que é para ti a poesia (e a literatura)? - Marta Dacosta: Comunicación. É fundamentalmente unha forma de comunicación, de expresión de emocións, sentimentos ou ideas, empregando as técnicas e as ferramentas que a arte nos permite. Ferramentas coas que podemos conseguir conmover e que, por tanto, inciden positivamente na recepción da nosa mensaxe. - Palavra Comum: Como levas a cabo, no teu caso, o processo de criação poética? - Marta Dacosta: Considero que é

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Ondas

0 comentários 🕔09:30, 27.Abr 2017

* POEMA DE RAMIRO TORRES Matéria líquida em assombro nu, navegações do sol entre o olho da água, casa sem idade para as nossas brânquias a assomar no sonho: este é o universo em pausa infinita de luz, despossessão absoluta, fundação instantânea da única visão libertada, raiz de todo movimento na leveza da Realidade.

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🔍Leia o artigo completo O mercado literário e a mochila de papel

O mercado literário e a mochila de papel

0 comentários 🕔09:00, 27.Abr 2017

Em qualquer contexto fazer literatura é um ato de resistência. Comparando com as produções de outras artes, uma música, um filme ou uma peça de sucesso tende a atingir e ser referência pra milhares, enquanto um livro de autoria renomada, com grande circulação deixa o autor saltitante se vender 10 mil exemplares e, segundo os próprios escritores, isso é difícil de acontecer. Como disse Marçal Aquino “…o que são 3 mil exemplares (tiragem média) num

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🔍Leia o artigo completo A propósito d’ <em>A razão do perverso</em>, de Mário J. Herrero Valeiro

A propósito d’ A razão do perverso, de Mário J. Herrero Valeiro

1 comentário 🕔12:09, 24.Abr 2017

O poemário começa com aquilo que é interdito, como sendo os “mandamentos” do poeta do nosso tempo, aqueles de uma religião imposta: “nunca comerás terra / nunca beberás leite / nunca escreverás / sobre o sexo do país / nunca lamberás / as conas das poetas / nunca buscarás / as suas cuecas / entre as néscias palavras, / nunca vomitarás / no umbigo / do nosso Octavio Paz.” E isto dá pé para questionar

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🔍Leia o artigo completo “Cave Canem” (01), por Javi Prieto

“Cave Canem” (01), por Javi Prieto

0 comentários 🕔10:15, 24.Abr 2017

"Cave Canem" (01) é uma ilustração do artista corunhês Javi Prieto (cfr. web do autor) para o grupo Ondas Martenot.

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🔍Leia o artigo completo Entrevista a Quim Farinha (Talabarte) sobre <em>Fake</em>

Entrevista a Quim Farinha (Talabarte) sobre Fake

0 comentários 🕔09:02, 24.Abr 2017

- Palavra Comum: Como foi o processo de trabalho de Fake? - Quim Farinha (Talabarte): Deu começo há quase dous anos (ano e meio antes da saída do disco), quando estávamos a fazer umha gira na que misturávamos música e cozinha, empregando como fio condutor certas histórias de um livro chamado "Notas de cozinha de Leonardo da Vinci". Este fantástico livro dá a conhecer umha série de receitas do mestre renascentista, assim como alguns inventos que

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🔍Leia o artigo completo Entrevista a Emma Pedreira: “Prefiro o contacto co mundo a través da arte porque así o mundo fai menos dano”

Entrevista a Emma Pedreira: “Prefiro o contacto co mundo a través da arte porque así o mundo fai menos dano”

0 comentários 🕔10:00, 20.Abr 2017

- Palavra Comum: Que é para ti a literatura? - Emma Pedreira: É a miña zona de conforto, un refuxio, un lugar onde habitar as posibles vidas paralelas polas que unha persoa pode preguntarse en determinados momentos. Tamén é un lugar de preguntas e de respostas, de interpelación, autoexploración e experimentación, de aprendizaxe. Unha escola non regulamentar subsidiaria. E un buraco negro que, ás veces, ameaza con tragarme. - Palavra Comum: Como entendes -e levas a cabo,

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🔍Leia o artigo completo “A língua da musa”

“A língua da musa”

0 comentários 🕔09:30, 20.Abr 2017

Tradução: Vem o amigo F. D. e não ouve aquilo que não bem tenho para dizer-lhe. Meu amigo é surdo perante quem melhor devia é ficar mudo, o amigo que me queima e me arrasta por uma encosta fascinante que arde. Meu amigo é fiel, mas eu nem sei a quem. Talvez a uma musa que me elude e me não concede uma baila, ninfeta decorosa que não quer dançar com velhos de corações artríticos e

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🔍Leia o artigo completo “A Crosta”, por Hirondina Joshua e Jaime Munguambe

“A Crosta”, por Hirondina Joshua e Jaime Munguambe

0 comentários 🕔09:00, 20.Abr 2017

A escrita autêntica deve desbravar os muros do inventado. Abrir novas paisagens e trazer o inesperado, o projecto do encanto e a filosofia. Fatiga a arte que se repete e se compete. Há sim uma necessidade premente dela renascer, reluzir como um astro com raízes terrenas do intimismo. Há sim um decreto por cumprir, o da invenção da sociedade na escrita e não da escrita à sociedade. O poeta não é digno de engenhar os

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Play video Apresentação no Porto de <em>Caudal de relâmpagos</em>, de Amadeu Baptista

Apresentação no Porto de Caudal de relâmpagos, de Amadeu Baptista

0 comentários 🕔09:30, 17.Abr 2017

Foi um prazer acudir à apresentação da nova obra do amigo Amadeu Baptista, uma seleção pessoal de poemas a partir dos seus mais de trinta e cinco anos de trabalho poético. Mais um manual imprescindível para os amantes da boa poesia aquém e além do Minho, e sem dúvida um dos favoritos desde já na minha biblioteca. Foi no ano 1994 que conheci o Amadeu Baptista no Festival da Poesia no Condado de Salva-Terra do Minho,

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