Categoria "Humanidades"

🔍Leia o artigo completo Galiza e Portugal. Qual (quais) fronteira (s)? (II)

Galiza e Portugal. Qual (quais) fronteira (s)? (II)

0 comentários 🕔12:00, 16.Jan 2017

Por convite do Joaquim Pinto de Silva e Ana Miranda, participei no Ateneu Comercial do Porto, no passado 3 de Janeiro de 2017, no debate Galiza e Portugal. Qual (quais) fronteira (s)?, onde falei a partir destes textos que vou ir publicando em várias partes. Quero agradecer enormemente tanto o convite como a camaradagem comum que pairou sobre este debate, tão necessário como prometedor de novos encontros... Ramiro Torres Aqui pode ver-se a primeira parte *** Com certeza, já

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🔍Leia o artigo completo Galiza e Portugal. Qual (quais) fronteira (s)? (I)

Galiza e Portugal. Qual (quais) fronteira (s)? (I)

1 comentário 🕔10:15, 09.Jan 2017

Por convite do Joaquim Pinto de Silva e Ana Miranda, participei no Ateneu Comercial do Porto, no passado 3 de Janeiro de 2017, no debate Galiza e Portugal. Qual (quais) fronteira (s)?, onde falei a partir destes textos que vou ir publicando em várias partes. Quero agradecer enormemente tanto o convite como a camaradagem comum que pairou sobre este debate, tão necessário como prometedor de novos encontros... Ramiro Torres *** A cultura galega hoje está numa situação convulsa. Por

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“O fim do Apartheid” na Corunha

0 comentários 🕔09:30, 12.Dez 2016

O manifesto "O fim do Apartheid", em favor de maior tolerância gráfica para a língua galega, continua ganhando adesões. São já por volta de 1.100 pessoas preocupadas com a decadente deriva da cultura, reintegracionistas ou não, que têm apoiado o texto com sua assinatura consciente. Porque o texto, não tendo que ser por razões de estilo igualmente satisfatório para tod@s, tem a incontestável virtude de ser muito claro no que às suas intenções diz respeito:

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A normalização linguística, uma ilusão necessária

0 comentários 🕔10:54, 07.Ago 2015

«Em 2011 Mário J. Herrero Valeiro oferecia-nos Guerra de grafias e conflito de elites na Galiza contemporânea (textos e contextos até 2000), que repassava as políticas da língua que provocaram que a estratégia autonomista alcançasse o estatuto da oficialidade. Agora chega a segunda parte da sua pesquisa onde nos fala de uma ilusão necessária para nada mudar, a da normalização linguística.» Na realidade, esta nova publicação (A normalização linguística, uma ilusão necessária. A substituição do

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