Categoria "Letras"

🔍Leia o artigo completo O grupo de teatro Chévere

O grupo de teatro Chévere

0 comentários 🕔12:15, 13.Dez 2017

{Ler teatro} Se se nos dese por dividir as tendencias do teatro da modernidade, o que empeza, para nós con Heinrich von Kleist e algúns outros nomes, diriamos que existen dúas grandes tendencias. Dúas grandes tendencias que partirían, sen sabelo, da división que fixo no seu día, na Lettre à d’Alembert sur son article Genève dans le VIIeme volume de l’Enciclopèdie et particulièrement sur le projet d’établir un Théâtre de Comèdie en cette Ville, o cidadán

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🔍Leia o artigo completo “Eu, o troféu e a solidão”, por Kerley Carvalhedo

New “Eu, o troféu e a solidão”, por Kerley Carvalhedo

0 comentários 🕔17:46, 11.Dez 2017

Durante muito tempo escrevi para os jornais do Sul do país, quando comecei quase ninguém da minha cidade sabia, e se sabia não dava bola. Não sou do Sul, mas quando estive lá pela primeira vez tive a sorte de ser reconhecido e muito bem recepcionado, com direito a flores de boas-vindas e até um motorista à minha disposição havia no hotel que me hospedei. Morar em uma região e não ser reconhecido é o suprassumo

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🔍Leia o artigo completo Ain Soph Aur

Ain Soph Aur

0 comentários 🕔11:52, 04.Dez 2017

        Ain Soph Aur O segredo dos segredos, abrir-se-a para ti como o grande Rumi alguma vez afirmara. A existência das existências pode começar a ter sentido na raiz, ainda que no fim do túnel tua impaciência ainda aguarde mundana, lânguida e infeliz, como agulhas da outonal dama, que um dia tanto inutilmente amaste. Sabes que o rosto imenso começa a se expandir por fim depois de intensos – estéreis debates, é que agora reconheces poder admirar que em ti o cristal de luz imanifestado, com a rosa e cruz,

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🔍Leia o artigo completo Violeta e o Karma

Violeta e o Karma

0 comentários 🕔12:47, 01.Dez 2017

A Violeta calculou cada um dos seus passos com toda a frialdade que pôde (e que era muita). As vinganças, dizia-lhe a sua avó morta, têm que se fazer sempre em frio. Por isso, ela tinha esperado tantos meses para a sua vingança, mesmo até que ele regressou por um tempo ao país, embora só ela soubesse de quê e porquê se vingava, porque ele, após tantos meses, continuava a ignorar a razão daquele silêncio

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🔍Leia o artigo completo “Els límits del silenci. La censura del teatre català durant el franquisme”, de Sharon G. Feldman e Francesc Foguet

“Els límits del silenci. La censura del teatre català durant el franquisme”, de Sharon G. Feldman e Francesc Foguet

0 comentários 🕔11:35, 29.Nov 2017

{Ler teatro} Hai uns meses publicouse un interesante libro: Els límits del silenci. La censura del teatre català durant el franquisme, de Sharon G. Feldman e Francesc Foguet (Barcelona, Edicions de l’Abadia de Montserrat, 2016). Segundo os autores, o presente estudo pretende unicamente aproximarse á delimitar cales foron as marxes do editábel e do representábel no caso do teatro catalán a partir, sobre todo, dos límites do «discurso permitido». O libro, ademais dunha introdución e un colofón,

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🔍Leia o artigo completo O inferno segundo Rodin

O inferno segundo Rodin

0 comentários 🕔16:10, 27.Nov 2017

A Porta do Inferno instálase en Barcelona Auguste Rodin é o escultor coñecido por pezas como Le Penseur ou Le Baiser; pero xa non é tan sabido que esas dúas creacións, tantas veces reproducidas, foron ideadas para a súa integración na monumental La Porte de l’Enfer, posiblemente o programa iconográfico máis pretensioso, en escultura europea, desde a arte barroca. En que fontes bebeu Rodin para deseñar a magna obra? Pódese considerar a Rodin como un escultor

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🔍Leia o artigo completo “Projeção poética” e outros poemas inéditos de Isabel Furini

“Projeção poética” e outros poemas inéditos de Isabel Furini

4 comentários 🕔19:10, 24.Nov 2017

        PROJEÇÃO POÉTICA a solidão asfixia a alma e surge o poema o poema foge da ponta dos dedos e gesticula cresce nos interstícios das palavras e nas sombras projetadas pelo silêncio serpenteia sobre as calçadas de pedra onde cantam as gárgulas pula os muros e caminha sobre as águas do mar onde dançam os bêbados e os homúnculos.   CATIVO poetizar com a mente? com as vísceras? com os olhos? com o coração? é inútil tentar fugir do poema que fascina ou fere que alegra a alma ou ajuda a preencher a solidão porque a Poesia

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Renovação

0 comentários 🕔10:13, 21.Nov 2017

        A auga volta à auga, o fogo renasce de novo dentro do fogo, enquanto o ar circula e a terra cai acima da terra com sua fina e grossa capa de areia nublando ou tapando teus olhos, antes de definitivamente adormecer no tumulo efémero, com as flores do esquecimento Não te negues a dialogar dentro do teu cérebro eles tentam pulsar tua mente para vibração do confronto. na guerra não existe nenhuma renovação como na Grande Pirâmide de Menphis, onde o aspirante a iniciação usufruía de Osíris seu mistério: o segredo continuo

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🔍Leia o artigo completo “As cancións que lles cantaban aos cativos”, de Raúl Dans

“As cancións que lles cantaban aos cativos”, de Raúl Dans

0 comentários 🕔16:17, 15.Nov 2017

{Ler teatro} Afirmar que Raúl Dans é un dos autores teatrais galegos máis interesantes do momento só é confirmar unha verdade máis ou menos sabida, á parte de non dicir case nada, ou moi pouca cousa: un panexírico e xa está. E constatar que a súa obra As cancións que lles cantaban aos cativos (XXIV Premio SGAE de teatro Enrique Jarciel Poncela), publicada na colección Textos de Erregueté. Revista galega de teatro, outono 2016, e da

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🔍Leia o artigo completo Porque escreve?

Porque escreve?

0 comentários 🕔16:44, 13.Nov 2017

…pra não calar as vozes que ficam sussurrando no meu ouvindo. Quando ignoro ou forço me afastar delas sinto dores no peito, movimento pedra nos rins, choro sozinho sem motivo, endureço a carne, então é melhor deixar fluir. Não há crença em revolução, nem dever nenhum, nem mesmo a necessidade de ser escritor, nunca tive esse sonho, já disse antes, sempre quis ser jogador de bola, só isso. Quando muleque, em casa não havia livros, não

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