Categoria "Letras"

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Chuva (micropoemas)

0 comentários 🕔09:30, 23.Jun 2017

Estes 23 micropoemas têm uma inspiração americana e foram escritos durante o mês de maio de 2017, com a lembrança em Quito, mas a cabeça n’A Mancha. A seguir, os textos: (1) para a sobremesa, delusão com pingas de melancolia... (2) apreendeste-me a chorar, ensina-me a chover (3) éramos planetas hoje apenas órbitas (4) queres que eu te leia mas toda tu és lenda as tuas células, palavras (5) acariciar galáxias ou navegar-te nua? não há diferença (6) amar-te é pronunciar-te minha língua materna (7) se te encontrar, é porque te perdi se eu te perder, não me encontraria (8) meço

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🔍Leia o artigo completo Prólogo para <em>O Segredo de Sheela Na Gig</em>, de Iolanda Aldrei

Prólogo para O Segredo de Sheela Na Gig, de Iolanda Aldrei

0 comentários 🕔12:30, 22.Jun 2017

Escreve uma mulher, sem dúvida, e faz certamente para todas as pessoas interessadas no caráter político do corpo, da terra, do erotismo e da história. O segredo de Sheela-na-Gig é um livro inabordável, imenso como as nossas vulvas, onde cada verso abre um novo roteiro. Ninguém que se adentre nessa vulva enorme sairá indemne, por fortuna. A vida fecunda-se permanentemente, abrindo, desde sempre, novas moradas para quem queira evoluir e aprender, como esta que nos propõe

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🔍Leia o artigo completo <em>Tem que ser navegando a longa noite</em>, texto de Maria João Cantinho na entrega do Prémio Glória de Sant’Anna 2017

Tem que ser navegando a longa noite, texto de Maria João Cantinho na entrega do Prémio Glória de Sant’Anna 2017

0 comentários 🕔09:00, 19.Jun 2017

Quem é o terceiro que sempre caminha a teu lado? Quando conto, só estamos tu e eu Mas quando olho pela estrada branca acima Há sempre alguém a caminhar junto de ti Envolto em manto castanho, e embuçado Não sei se será homem ou mulher – Mas quem é esse do outro lado de ti?  T. S. Eliot, A Terra Devastada Quero, desde já, agradecer. Em primeiro lugar, ao júri e à família da poeta Glória de

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Chocolate Moscow

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“Apesar dos males que existem na Periferia, Periferia também tem seu lado bom...” Consciência Humana Periferia tem seu lado bom Ando um tanto desacreditado com a falta de humanidade dentro do trem, onde a cena diária é ver a moçada do batente fazendo da marmita seu escudo pra conseguir um lugar pra sentar, da Estação da Luz até alguma beirada qualquer. É triste pela treta, mas, ao mesmo tempo, é digno querer voltar do trabalho sentado, nénão? Algumas

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🔍Leia o artigo completo “Pedras sagradas”

“Pedras sagradas”

0 comentários 🕔11:30, 12.Jun 2017

        Não te prendas ao aspeto exterior formal da palavra. Aquele que bebeu o cálice não pode participar da falsa liturgia profana. Sendo um vaso de eleição, insigne como te tens tornado abandonarás o mundo da desdita, os sonhos e a fama quando a luz eucarística desça sobre ti em forma de pomba ou Hansa. Penetrando todos teus veículos acharás finalmente teu Awen. Somente quando a pedra cúbica for lavrada com a filosofia da alma as assas do amor crescerão qual grinaldas, nas costas dos adaptados. Assim dizem as lendas, assim os grandes

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🔍Leia o artigo completo Pelo roteiro da Galiza universal de Rosalia de Castro

Pelo roteiro da Galiza universal de Rosalia de Castro

0 comentários 🕔11:00, 12.Jun 2017

NOTA: artigo publicado em 2003 na revista de literatura da Universidade Centro de Guarapuava (Estado do Paraná, Brasil). A figura e a obra de Rosalía de Castro são inesgotáveis nessa universalidade que seus leitores constatarão, como é demonstrado pelo jovem escritor brasileiro, Andityas Soares de Moura, que foi além da leitura da poeta galega para abarcar várias dimensões de sua obra. A importante e sugestiva incursão de Andityas como leitor, antologizador e tradutor faz uma descoberta

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Play video Alfredo Ferreiro no Raias Poéticas 2017

Alfredo Ferreiro no Raias Poéticas 2017

0 comentários 🕔14:20, 09.Jun 2017

No passado mês de Maio tive a oportunidade de participar no Raias Poéticas ~ Afluentes Ibero-Afro-Americanos de Arte e Pensamento fazendo parte de uma delegação galega composta por Ramiro Torres, Teresa Moure e Tiago Alves Costa. Este é o quinto do cinco vídeos que compõem o nosso contributo plural. Este evento nasceu, segundo as palavras o Luís Serguilha, há seis anos para «_________potencializar a criatividade artística, o pensamento como experiência dançante, a interrelacionalidade, a sismologia das sensações,

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🔍Leia o artigo completo “No mar maior”, por Henrique Marques Samyn

“No mar maior”, por Henrique Marques Samyn

0 comentários 🕔09:15, 09.Jun 2017

nom hei barqueiro nem remador Já veio a esta praia muitas vezes. Assim faz sempre que está deprimida ou melancólica: aqui é vazio, silencioso, e por isso ela se sente bem. Brinca com as conchas, pegando as que parecem mais bonitas e alinhando-as de muitas formas; as menores, devolve ao mar, mesmo sabendo que as ondas em algum momento as deixarão outra vez na areia. Sabe que os arranjos de conchas serão desfeitos, sabe que

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Play video Teresa Moure no Raias Poéticas 2017

Teresa Moure no Raias Poéticas 2017

0 comentários 🕔15:06, 07.Jun 2017

No passado mês de Maio tive a oportunidade de participar no Raias Poéticas ~ Afluentes Ibero-Afro-Americanos de Arte e Pensamento fazendo parte de uma delegação galega composta por Ramiro Torres, Teresa Moure e Tiago Alves Costa. Este é o quarto do cinco vídeos que compõem o nosso contributo plural. Este evento nasceu, segundo as palavras o Luís Serguilha, há seis anos para «_________potencializar a criatividade artística, o pensamento como experiência dançante, a interrelacionalidade, a sismologia das sensações,

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🔍Leia o artigo completo Germano Almeida e a retranca tropicalista

Germano Almeida e a retranca tropicalista

0 comentários 🕔11:37, 07.Jun 2017

Gigante na humanidade e imenso na escrita, o Germano gasta bisturi bem humorado. Encobre várias sabedorias mas indissimula um conhecimento profundo de terra e gentes das ilhas dele, para lavrando frases limpas entrar nas vidas públicas e privadas –e acima de tudo, contar. Assim leva mais de trinta anos historiando esse mundo e provando que é um magnífico escritor, à cabeça de uma etapa completamente nova na rica literatura do seu país. Seu o fabuloso

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