Categoria "Letras"

🔍Leia o artigo completo Violeta apaixonada

Violeta apaixonada

0 comentários 🕔19:08, 16.Ago 2017

O Pavel conheceu a Violeta de uma maneira totalmente fortuita. Aconteceu durante um recital poético coletivo que ele organizara. Uma das participantes disse-lhe ao ouvido que outra das poetas não viria; sofrera um pequeno acidente de trânsito. Naquele preciso momento, outro dos poetas, Anton Kirchen, apresentava-lhe uma das pessoas que acudira à leitura dos poemas daqueles seis poetas, cinco argentinos e um polaco, o próprio Pavel. — Pavel, ela é Violeta — apresentaram-lhe. Assim que lhe apresentaram

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🔍Leia o artigo completo Entrevista à poeta portuguesa Marília Miranda Lopes: “entendo a Arte como processo avassalador constante que tende a provocar fendas para construir outra coisa”

Entrevista à poeta portuguesa Marília Miranda Lopes: “entendo a Arte como processo avassalador constante que tende a provocar fendas para construir outra coisa”

0 comentários 🕔09:00, 14.Ago 2017

Marília Miranda Lopes nasceu no Porto, a 22 de Maio de 1969. Formou-se em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras da Universidade da cidade onde nasceu. É professora prossionalizada de Língua Portuguesa do Ensino Secundário e formadora pelo Conselho Cientíco-Pedagógico de Formação Contínua nas áreas das Didácticas Especícas e das Ocinas de Escrita - Poesia e Teatro. Foi bolseira dos Serviços de Belas Artes da Fundação Calouste Gulbenkian, ao abrigo do programa "Dramaturgia

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🔍Leia o artigo completo Goma, teto e chão

Goma, teto e chão

0 comentários 🕔11:30, 09.Ago 2017

“A laje é o mirante da quebrada” Renan Inquérito. Se há um acontecimento que confirma a máxima que “periferia é periferia em qualquer lugar” é ato de encher uma laje, o teto nosso de cada dia. É como uma epopeia, encher laje tem lá seus pontos altos, dignos de entrar no rol das grandes histórias universais ou, pelo menos, das prosas de buteco e do churrasquinho no fim de semana. Aqui o herói é o “mestre de obras”,

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🔍Leia o artigo completo “Verso livre”, por Rosalía Rodríguez

“Verso livre”, por Rosalía Rodríguez

0 comentários 🕔15:36, 02.Ago 2017

        VERSO LIVRE Uma vez sonhei alguém a me fazer rir só de olhar para mim. Um dia imaginei que andava pela rua e inventava um verso. Um dia inventei um verso e sonhei que tinha a quem dar-lho. Ele continuou andando. Vivendo. Comendo. Mas o verso era mais impaciente a cada noite. Nervoso. Dando-me pontapés na barriga. Dando-me mais e mais palavras. Como se estivesse esperando por algo que nunca chegava, Ele chutava cheio de raiva. Agora o verso está a nadar na minha barriga. De novo

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🔍Leia o artigo completo «O teu corpo a oriente e a ocidente», de Pedro Casteleiro

«O teu corpo a oriente e a ocidente», de Pedro Casteleiro

0 comentários 🕔11:30, 28.Jul 2017

A vontade da Deusa, da Grande Mãe ou da Amada Eterna presidem o livro. Não se admirem, leitoras e leitores, se este livro semelha à vez moderno e antigo. Porque há cousas que não mudam embora nunca ofereçam a mesma figura, como factos diversos sob os quais subjazesse um único gesto divino. Falarmos em termos de espírito é, todavia, raro nestes tempos. Somos velhas vítimas do autoritarismo eclesiástico e não se torna fácil trazer para a

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🔍Leia o artigo completo «Quando me deixaste fiquei no escuro»

«Quando me deixaste fiquei no escuro»

0 comentários 🕔09:38, 24.Jul 2017

No fim daquela tão agradável conversa, voltando ao hotel ele propus passarem a noite juntos, mas ela rejeitou a proposta com uma desculpa qualquer. Considerada e distante à vez, mandou um beijinho pelo ar e abandonou o elevador. Ele entrou no seu quarto e, ademais de invadido por uma acre confusão, não encontrava o modo de fazer funcionar o cartão para ligar a luz. Depois de inúmeras tentativas, resolveu que despir-se sozinho e ter que fazê-lo sem luz já dava

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🔍Leia o artigo completo Amazona, escultura de Nando Pereiro e poema de Ramiro Torres

Amazona, escultura de Nando Pereiro e poema de Ramiro Torres

0 comentários 🕔10:30, 21.Jul 2017

AMAZONA Volta para o fulgor, irrompe a amazona desde a pureza da sua ilimitação, candente o mundo na entranha alta do poema onde sangram as formas e irrigam o visível com o seu fulgor estranho ao tempo, auscultando a vida na entranha absoluta que dança na luz e lança os seres até a sua plenitude.

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🔍Leia o artigo completo «Corpo», por Diego Q. S.

«Corpo», por Diego Q. S.

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🔍Leia o artigo completo Dupla homenaxe a Antonio Gramsci e Primo Levi

Dupla homenaxe a Antonio Gramsci e Primo Levi

0 comentários 🕔10:30, 17.Jul 2017

O 27 de abril de 1937, despois de once anos nos cárceres fascistas, morría o secretario xeral do Partido Comunista de Italia, Antonio Gramsci, polo que este ano conmemórase o 80 aniversario do seu pasamento. Cincuenta anos despois, case día a día, o 11 de abril de 1987, suicidábase (?) o escritor, resistente antifascista, de orixe xudía e supervivente da Soah (estivo internado en Auschwitz durante uns 11 meses; dos 650 italianos que enviaron con

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🔍Leia o artigo completo A guerra de España: escritores e escritura nos Estados Unidos, por Robert Sayre

A guerra de España: escritores e escritura nos Estados Unidos, por Robert Sayre

0 comentários 🕔11:00, 12.Jul 2017

Robert Sayre Revue française d’Études Americains, vol. 55, nº 1, 1993, pp. 43-55 Se está claro que os anos trinta dos escritores «comprometidos» implican dúas fases distintas, tamén o está que a guerra civil que desgarrou España entre 1936 e 1939 constitúe un dos acontecementos decisivos, senón o acontecemento-clave, na segunda fase. A primeira fase ve desenvolverse unha escrita politizada, cuxo núcleo duro será e literatura denominada «proletaria» ou «revolucionaria», baixo a influencia dun partido comunista no

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