Categoria "Crónicas"

🔍Leia o artigo completo A crise é um pesadelo rejuvenescido

A crise é um pesadelo rejuvenescido

0 comentários 🕔10:00, 23.Mar 2017

(…) Como fazer duas vezes melhor, se você tá pelo menos cem vezes atrasado pela escravidão, pela história, pelo preconceito, pelos traumas, pelas psicoses, por tudo que aconteceu? Duas vezes melhor como? A vida é desafio – Racionais Mc´s Vinte conto o dia/ O sol no globo. A chuva na moringa/ Dava pro café. Dava pra coxinha/ Leite-moça, pão, farinha. Daria pra motocicleta/ Um dia. Avózinha na janela/ Cuidava de sua vida. Ganhava 70 paus/ O dia de faxina. E a gente sonhava ser/ Entregador de pizza. Contratado -

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Play video Apresentação da revista DiVersos no Porto, em Santiago e na Corunha

Apresentação da revista DiVersos no Porto, em Santiago e na Corunha

0 comentários 🕔11:34, 20.Mar 2017

Nesta semana, na quarta 22 de março em Santiago (20:00 hs. na livraria Chan da Pólvora) e na quinta 23 na Corunha (no café livraria Linda Rama), a revista DiVersos - Poesia e tradução será apresentada na Galiza. São já 20 anos desde a sua fundação (1996-2016) e mais de 300 nomes da poesia que foram aqui publicados, em língua original ou traduzidos. Contaremos nos dous eventos com a presença do seu editor, o amigo

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🔍Leia o artigo completo Nemancos, por Viki Rivadulla

Nemancos, por Viki Rivadulla

0 comentários 🕔10:00, 20.Mar 2017

“Nas terras de Nemancos, sobre unha lingua de area que se adentra na mar brava, e ao abrigo dun monte de penedos, estableceron o seu fogar homes e mulleres que non tiñan medo a vivir no límite, ao borde do mundo. Nos días de temporal o mar atravesaba esa lingua de area de banda a banda. Nesa terra, o nordés era persistente, pero elas e eles aprenderon a aproveitar a súa forza e convertéronse case

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🔍Leia o artigo completo 7 dias na Periferia

7 dias na Periferia

0 comentários 🕔11:30, 06.Mar 2017

Segunda (…) Davi foi comemorar o aniversário em Mongaguá, na casa dos primos. Disse pro tio que dessa vez aprenderia a nadar. Afinal, já tinha quinze anos, era um homem. Foi à praia sozinho e não voltou. No velório, o tio chorou lembrando do reconhecimento do corpo na areia, pelo remorso de ter levado o menino pro litoral e pela inscrição frustrada no curso de mecânica. Me contou que Davi tava querendo trabalhar. A mãe não

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🔍Leia o artigo completo O Clube de Leitura de Arteijo

O Clube de Leitura de Arteijo

0 comentários 🕔10:30, 06.Mar 2017

Há anos que venho colaborando com algumas instituições na coordenação de clubes de leitura. Coordenar, neste caso, significa tentar suprir a falta de aparato teórico quando necessário, de um modo intuitivo e sem prejudicar o natural percurso reflexivo sobre as obras literárias. Porque, em casos como o Clube de Leitura de Arteijo, nascido ao abrigo da galega Biblioteca Henrique Rabunhal, já partiam de um processo de participação muito claro; só precisavam, e assim me fizeram

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🔍Leia o artigo completo <em>Machado de Assis e a mundana comédia. Cinco peças teatrais</em>, edição de Carlos Paulo Martínez Pereiro e Alva Martínez Teixeiro

Machado de Assis e a mundana comédia. Cinco peças teatrais, edição de Carlos Paulo Martínez Pereiro e Alva Martínez Teixeiro

0 comentários 🕔10:00, 23.Fev 2017

Desde a Palavra Comum agradecemos a Carlos Paulo Martínez Pereiro e Alva Martínez Teixeiro as facilidades concedidas para a publicação destes fragmentos introdutórios do livro "Machado de Assis e a mundana comédia. Cinco peças teatrais", publicado na Biblioteca-Arquivo Teatral Francisco Pillado Mayor da Universidade da Corunha, que comemoram os seus vinte anos de existência (1997-2017) dando à luz este volume número 72.  O livro é o resultado da colaboração entre o Centro de Literaturas e Culturas

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🔍Leia o artigo completo Sobre <em>Um Longo Acordar</em> e entrevista ao seu autor, Artur Alonso Novelhe

Sobre Um Longo Acordar e entrevista ao seu autor, Artur Alonso Novelhe

0 comentários 🕔10:30, 13.Fev 2017

NOTA: desde a Palavra Comum agradecemos ao seu autor, Artur Alonso Novelhe, este texto arredor do seu novo livro, Um Longo Acordar, acompanhado por uma entrevista com ele: *** "Oculto numa bolota, existe um carvalho com suas bolotas e, oculto em cada uma destas, existe um carvalho com as suas bolotas" (Mathers MacGregor) Este livro é o fruto de vários encontros, diálogos (entre varias pessoas) e leituras (pessoais), que nos foram levando à compreensão de que é preciso

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Terra de um beijo só

0 comentários 🕔09:30, 13.Fev 2017

É uma sinuca de bico os vícios regionais que a gente tem. Quando vou ao Rio de Janeiro, Brasília ou algum lugar do Nordeste, ou mesmo, quando encontro essa gente na minha aldeia, me distraio e deixo escapulir o vácuo do beijo único no rosto de cada encontro. As pessoas adivinham nosso lugar pela forma de cumprimentar. Como não sou um estereótipo sulista (com o mito da frieza) e tenho uma cara de caboclinho com um

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🔍Leia o artigo completo 8 fragmentos de <em>A vertixe dos días</em>

8 fragmentos de A vertixe dos días

0 comentários 🕔09:30, 09.Fev 2017

NOTA DE PALAVRA COMUM: agradecemos a Xosé Lois García as facilidades concedidas para a publicação de 8 fragmentos do seu livro A vertixe dos días, publicado em 2016. Do Prólogo, por Paula Vázquez Verao: "A vertixe dos días non se deixa clasificar. Ás veces, o motivo do escrito diario é unha efeméride, outras unha lembranza da nenez, unha reflexión filosófica, as sensacións que evoca o cambio das estacións... É un inventariar os lindes do que é tempo

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🔍Leia o artigo completo Escritura automática (ou como transitar o subconsciente)

Escritura automática (ou como transitar o subconsciente)

0 comentários 🕔09:30, 02.Fev 2017

Cando Luz Pozo Garza leu en voz alta Gauloises remarcou unha frase-verso-: “E nunca vas ao lugar dos meus soños”. Porque a escritura automática, ao igual que os soños, é realizada sen o fluxo de conciencia -e se hai algo desta é porque no proceso se mesturan- deixando que as palabras xurdan como se sempre estivesen aí. Así eu mencionaba “a semiótica almacenada en cada unha de nós”, o que supón que se instalan a

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