Categoria "Narrativa"

🔍Leia o artigo completo Entrevista e obra do escritor brasileiro Remisson Aniceto

Entrevista e obra do escritor brasileiro Remisson Aniceto

1 comentário 🕔09:30, 16.Mar 2017

Natural de Nova Era (MG), pequena cidade vizinha da Itabira do Carlos Drummond de Andrade, Remisson Aniceto sempre imaginou que algum dia ultrapassaria as montanhas para conhecê-lo mas, como o poeta já havia advertido bem antes: "tinha uma pedra no meio do caminho". Começou a escrever bem cedo por influência do seu pai que era alcoólatra inveterado, mas cujo vício ainda maior era a leitura. Apesar de pouco saber ler, seu pai não dispensava o

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🔍Leia o artigo completo Entrevista à escritora portuguesa Fausta Cardoso Pereira: “Há quem acuse a literatura de ser perigosa. Têm razão. Nunca se viram rebanhos a ler”

Entrevista à escritora portuguesa Fausta Cardoso Pereira: “Há quem acuse a literatura de ser perigosa. Têm razão. Nunca se viram rebanhos a ler”

0 comentários 🕔09:30, 02.Mar 2017

Fausta Cardoso Pereira nasceu em 1977, em Lisboa. Estudou Publicidade, Marketing, Comunicação Social e Sustentabilidade. Trabalhou como criativa copywriter, fez produção de cinema de animação e gestão de projectos na área da responsabilidade social. Alguns dos seus projectos foram premiados no Cinanima – Festival Internacional de Cinema de Animação de Espinho e pela Confederação Portuguesa de Voluntariado. Tem publicado Bom Caminho e O Homem do Puzzle. Em 2017 ganhou o II Prémio Antón Risco de

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🔍Leia o artigo completo Sobre <em>Um Longo Acordar</em> e entrevista ao seu autor, Artur Alonso Novelhe

Sobre Um Longo Acordar e entrevista ao seu autor, Artur Alonso Novelhe

0 comentários 🕔10:30, 13.Fev 2017

NOTA: desde a Palavra Comum agradecemos ao seu autor, Artur Alonso Novelhe, este texto arredor do seu novo livro, Um Longo Acordar, acompanhado por uma entrevista com ele: *** "Oculto numa bolota, existe um carvalho com suas bolotas e, oculto em cada uma destas, existe um carvalho com as suas bolotas" (Mathers MacGregor) Este livro é o fruto de vários encontros, diálogos (entre varias pessoas) e leituras (pessoais), que nos foram levando à compreensão de que é preciso

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🔍Leia o artigo completo Excertos de <em>Iluminações de uma Mulher Livre</em>

Excertos de Iluminações de uma Mulher Livre

0 comentários 🕔10:00, 13.Fev 2017

“Iluminações de uma Mulher Livre”, publicado sob a cancela da editora Marcador (Grupo Editorial Presença), é já o sexto livro de Samuel F. Pimenta e foi escrito no âmbito da Bolsa Jovens Criadores do Centro Nacional de Cultura, em Lisboa, que o escritor ganhou em 2015, permitindo-lhe a realização de uma residência literária na aldeia de Pinheiro, no concelho de Carregal do Sal, distrito de Viseu, que serve de cenário à narrativa. *** A residência literária em

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🔍Leia o artigo completo O clube dos poetas mortos

O clube dos poetas mortos

0 comentários 🕔10:30, 02.Fev 2017

Conheci a Sandra naquele café onde os boémios da cidade gostavam de se reunir para ouvirem ler poesia. Naquele café era comum que espontaneamente alguém subisse naquele palco, fizesse soar a sua garganta para atrair a atenção do público e começasse a ler poemas, por norma, próprios. A maioria dos textos que se liam eram fracos, mas naqueles tempos, a poesia era uma arma de protesto que para o pessoal mais novo tinha um valor

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🔍Leia o artigo completo Cuarteto celestial (conto de inverno)

Cuarteto celestial (conto de inverno)

0 comentários 🕔10:00, 30.Jan 2017

Por decembro chegaron os músicos cos seus instrumentos de corda e vento. Eran moi novos. Tocaban entusiasmados, sen apenas descansar. E, aínda que no parecer de algúns, algo desafinaban, a maioría non se apercibiu ou non lle deron importancia. O mellor era a alegría que trouxeron consigo. As veciñas e veciños ao escoitalos sentiron que dos seus dous violíns, violonchelo e frauta doce de madeira antiga, entre chiscos de complicidade, tras de cada nota, xurdían bolboretas

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🔍Leia o artigo completo Paulo José Miranda, um Maldito volta ao Lar

Paulo José Miranda, um Maldito volta ao Lar

0 comentários 🕔11:00, 26.Dez 2016

Insinua-se em 1997 com A voz que nos trai, Prémio Teixeira de Pascoaes de poesia; abalroa em ruído no ano a seguir com O corpo de Helena (teatro), A arma do rosto (poesia) e Um prego no coração (novela); e no outro chuta-se fugaz ao Olimpo com Natureza Morta –Prémio Saramago e primeiro da saga. A partir daí, quase um sumiço. Mas Paulo José Miranda (1965), formado em Filosofia, continuava a publicar depois daquela irrupção. Com

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🔍Leia o artigo completo <em>Torreón</em>, fragmento de <em>Cando cae a luz</em>, de María Canosa

Torreón, fragmento de Cando cae a luz, de María Canosa

0 comentários 🕔10:00, 19.Dez 2016

Este texto pertence a un dos trece relatos do libro Cando cae a luz, publicado por Urco Editora. De novo, un estilo diferente, por esa teima que persigo ou me persegue de probarme a min mesma e facer cousas diferentes. E aquí o diferente é enfrontarme ao xénero de terror, de intriga, de suspense... O relato xa forma parte dos meus libros, e doutros escritos. É un estilo que sempre me gustou, que me acae ben

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🔍Leia o artigo completo Un conto de outono

Un conto de outono

0 comentários 🕔09:15, 12.Dez 2016

Os protagonistas deste conto son: un parque, a choiva, o vento; media ducia de follas caídas dun vello olmo e unha rapaza acatarrada que tose moito. A rapaza leva no colo un fular gris. Parece calcetado con néboa. Nos pés, unhas raídas botas vermellas, e as mans enterradas nos petos dun gastado chaquetón a cadros. Nun intento de entrar en calor, a moza tenta seguir o baile das follas caídas do olmo. E xira, xira, de

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🔍Leia o artigo completo Horus – por cima – de Seth

Horus – por cima – de Seth

0 comentários 🕔08:30, 28.Nov 2016

Peregrino que procuras o caminho apertado e difícil que conduz à luz, não esqueças cumprir com o teu devido dever, teu dever é imediato! Teu sagrado compromisso, não pode, nem deve, aguardar pelas tuas conjeturas térreas e mundanas. O mundo é um teatro de sombras, nada mais, criado para experimentar a desilusão do ingénuo. Somente quem prova sua maçã conhece o eterno segredo. Mundo triste, sem compaixão, este não é teu local de aguardado alento. Não existe

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