Categoria "Narrativa"

Play video Raias Poéticas 2017: Luís Serguilha

Raias Poéticas 2017: Luís Serguilha

0 comentários 🕔12:13, 31.Mai 2017

No passado fim de semana tive a oportunidade de participar no Raias Poéticas ~ Afluentes Ibero-Afro-Americanos de Arte e Pensamento fazendo parte de uma delegação galega composta por Ramiro Torres, Teresa Moure e Tiago Alves Costa. Este é o primeiro do cinco vídeos que compõem o nosso contributo plural. Este evento nasceu, segundo as palavras o Luís Serguilha, há seis anos para «_________potencializar a criatividade artística, o pensamento como experiência dançante, a interrelacionalidade, a sismologia das sensações, as

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Play video Entrevista audiovisual a Inma López Silva sobre <em>New York, New York</em>

Entrevista audiovisual a Inma López Silva sobre New York, New York

0 comentários 🕔10:00, 30.Mar 2017

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De oficio sepultureiro

0 comentários 🕔09:30, 30.Mar 2017

Sebas era sepultureiro, como o foran o seu pai, o avó, seu bisavó e máis o tataravó. Era o seu o que se di un oficio herdado, do que se queixaba a cotío, pois tíñalle xenreira a os mortos. -Por que non te dedicas a outra cousa?- dicíalle a muller, farta de oílo rosmar contra aqueles que xa non podían defenderse. -Non ten volta, é o que hai. –contestáballe Sebas, moi filosófico-. Despois de cavarlles o buraco ano

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🔍Leia o artigo completo Entrevista e obra do escritor brasileiro Remisson Aniceto

Entrevista e obra do escritor brasileiro Remisson Aniceto

1 comentário 🕔09:30, 16.Mar 2017

Natural de Nova Era (MG), pequena cidade vizinha da Itabira do Carlos Drummond de Andrade, Remisson Aniceto sempre imaginou que algum dia ultrapassaria as montanhas para conhecê-lo mas, como o poeta já havia advertido bem antes: "tinha uma pedra no meio do caminho". Começou a escrever bem cedo por influência do seu pai que era alcoólatra inveterado, mas cujo vício ainda maior era a leitura. Apesar de pouco saber ler, seu pai não dispensava o

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🔍Leia o artigo completo Entrevista à escritora portuguesa Fausta Cardoso Pereira: “Há quem acuse a literatura de ser perigosa. Têm razão. Nunca se viram rebanhos a ler”

Entrevista à escritora portuguesa Fausta Cardoso Pereira: “Há quem acuse a literatura de ser perigosa. Têm razão. Nunca se viram rebanhos a ler”

0 comentários 🕔09:30, 02.Mar 2017

Fausta Cardoso Pereira nasceu em 1977, em Lisboa. Estudou Publicidade, Marketing, Comunicação Social e Sustentabilidade. Trabalhou como criativa copywriter, fez produção de cinema de animação e gestão de projectos na área da responsabilidade social. Alguns dos seus projectos foram premiados no Cinanima – Festival Internacional de Cinema de Animação de Espinho e pela Confederação Portuguesa de Voluntariado. Tem publicado Bom Caminho e O Homem do Puzzle. Em 2017 ganhou o II Prémio Antón Risco de

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🔍Leia o artigo completo Sobre <em>Um Longo Acordar</em> e entrevista ao seu autor, Artur Alonso Novelhe

Sobre Um Longo Acordar e entrevista ao seu autor, Artur Alonso Novelhe

0 comentários 🕔10:30, 13.Fev 2017

NOTA: desde a Palavra Comum agradecemos ao seu autor, Artur Alonso Novelhe, este texto arredor do seu novo livro, Um Longo Acordar, acompanhado por uma entrevista com ele: *** "Oculto numa bolota, existe um carvalho com suas bolotas e, oculto em cada uma destas, existe um carvalho com as suas bolotas" (Mathers MacGregor) Este livro é o fruto de vários encontros, diálogos (entre varias pessoas) e leituras (pessoais), que nos foram levando à compreensão de que é preciso

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🔍Leia o artigo completo Excertos de <em>Iluminações de uma Mulher Livre</em>

Excertos de Iluminações de uma Mulher Livre

0 comentários 🕔10:00, 13.Fev 2017

“Iluminações de uma Mulher Livre”, publicado sob a cancela da editora Marcador (Grupo Editorial Presença), é já o sexto livro de Samuel F. Pimenta e foi escrito no âmbito da Bolsa Jovens Criadores do Centro Nacional de Cultura, em Lisboa, que o escritor ganhou em 2015, permitindo-lhe a realização de uma residência literária na aldeia de Pinheiro, no concelho de Carregal do Sal, distrito de Viseu, que serve de cenário à narrativa. *** A residência literária em

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🔍Leia o artigo completo O clube dos poetas mortos

O clube dos poetas mortos

0 comentários 🕔10:30, 02.Fev 2017

Conheci a Sandra naquele café onde os boémios da cidade gostavam de se reunir para ouvirem ler poesia. Naquele café era comum que espontaneamente alguém subisse naquele palco, fizesse soar a sua garganta para atrair a atenção do público e começasse a ler poemas, por norma, próprios. A maioria dos textos que se liam eram fracos, mas naqueles tempos, a poesia era uma arma de protesto que para o pessoal mais novo tinha um valor

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🔍Leia o artigo completo Cuarteto celestial (conto de inverno)

Cuarteto celestial (conto de inverno)

0 comentários 🕔10:00, 30.Jan 2017

Por decembro chegaron os músicos cos seus instrumentos de corda e vento. Eran moi novos. Tocaban entusiasmados, sen apenas descansar. E, aínda que no parecer de algúns, algo desafinaban, a maioría non se apercibiu ou non lle deron importancia. O mellor era a alegría que trouxeron consigo. As veciñas e veciños ao escoitalos sentiron que dos seus dous violíns, violonchelo e frauta doce de madeira antiga, entre chiscos de complicidade, tras de cada nota, xurdían bolboretas

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🔍Leia o artigo completo Paulo José Miranda, um Maldito volta ao Lar

Paulo José Miranda, um Maldito volta ao Lar

0 comentários 🕔11:00, 26.Dez 2016

Insinua-se em 1997 com A voz que nos trai, Prémio Teixeira de Pascoaes de poesia; abalroa em ruído no ano a seguir com O corpo de Helena (teatro), A arma do rosto (poesia) e Um prego no coração (novela); e no outro chuta-se fugaz ao Olimpo com Natureza Morta –Prémio Saramago e primeiro da saga. A partir daí, quase um sumiço. Mas Paulo José Miranda (1965), formado em Filosofia, continuava a publicar depois daquela irrupção. Com

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