Categoria "Poesia"

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“Projeção poética” e outros poemas inéditos de Isabel Furini

0 comentários 🕔19:10, 24.Nov 2017

        PROJEÇÃO POÉTICA a solidão asfixia a alma e surge o poema o poema foge da ponta dos dedos e gesticula cresce nos interstícios das palavras e nas sombras projetadas pelo silêncio serpenteia sobre as calçadas de pedra onde cantam as gárgulas pula os muros e caminha sobre as águas do mar onde dançam os bêbados e os homúnculos.   CATIVO poetizar com a mente? com as vísceras? com os olhos? com o coração? é inútil tentar fugir do poema que fascina ou fere que alegra a alma ou ajuda a preencher a solidão porque a Poesia

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Renovação

0 comentários 🕔10:13, 21.Nov 2017

        A auga volta à auga, o fogo renasce de novo dentro do fogo, enquanto o ar circula e a terra cai acima da terra com sua fina e grossa capa de areia nublando ou tapando teus olhos, antes de definitivamente adormecer no tumulo efémero, com as flores do esquecimento Não te negues a dialogar dentro do teu cérebro eles tentam pulsar tua mente para vibração do confronto. na guerra não existe nenhuma renovação como na Grande Pirâmide de Menphis, onde o aspirante a iniciação usufruía de Osíris seu mistério: o segredo continuo

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Poemas de Carolina Bustos Beltrán

0 comentários 🕔11:15, 10.Nov 2017

GENTE NORMAL / GENTE BANAL Sentas-te à frente de três raparigas, todas com o mesmo computador cinzento da maçã branca. Dizes que cómodas são as nossas vidas. Fora faz frio, aqui calor, bebemos café, conectamo-nos ao WIFI. É um momento aparentemente feliz. Uma delas sente-se satisfeita, o seu namorado envia-lhe mensagens, ela carinhas felizes e talvez ele lhe tenha dito uma ou outra coisa coquine. Deve terminar uma dissertação ou um TD para alguma aula de direito em Assas e às 5 da tarde

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2º Logos

0 comentários 🕔13:50, 08.Nov 2017

“renúncia o ser que seu ego quer transcender, a exaltar as virtudes de si mesmo” (ditado ainda não popular)       Trabalhamos o madeiro na cruz ate que a rosa dos ventos pouse acima do nosso rostro, libertando nossa visão da ilusão dos sentidos convexos e cegos …Somos tão cegos… Quando a fé deixar de ofuscar a acácia, no deserto, teu discípulo incitará a tornar a senda do velho discernimento: despojado todas as línguas da ignorância que ao dogma se aferra O feminino idealiza, o masculino realiza, ele falou – ignorando que

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“Boiler Room India” e outros poemas

0 comentários 🕔13:50, 03.Nov 2017

        BOILER ROOM INDIA Unha sesión de techno na India. Apoloxía do híbrido – Hindol poeta bengalí – Outras respostas, outras preguntas E non ficar no previsíbel. A miña sociedade abúrreme porque ansío o non-homoxéneo. Falo de pretéritos que reeducan a linguaxe. Esta música dáme ganas de ir a un clube e crear o inesperado. Bailar fainos libres: comprender o corpo e intentar capturar o imprevisíbel. Algo que non queremos controlar.   ARMAS / PEACE Alemaña anos 70. Levas esa camisola da RAF para a hora do café E sei que

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🔍Leia o artigo completo “Outubro do 17″, por Diego Q. S.

“Outubro do 17″, por Diego Q. S.

1 comentário 🕔12:09, 20.Out 2017

"Outubro do 17" é um poema de Diego Q. S.

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Tara Skurtu: “Um poema de resistência”

0 comentários 🕔11:35, 13.Out 2017

        Um poema de resistência Além do vidro, um ensanguentado rolo de gaze desvela poesia tecida com arames vertida do cabo de uma vassoura. Sozinho numa cela, um homem talvez infligisse o Código Morse na sua coxa, alimentando uma possível hipótese a outros homens daquele bloco. Caminho na direcção da lúgubre cela de luliu Maniu´s no chão, uma amassada malga de alumínio e uma colher, um balde, um copo. Uma cama sem colchão, e um uniforme listrado em dobra no pé. Numa cela ali está agora A

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🔍Leia o artigo completo “Crecho”, de Nando Pereiro & poema de Ramiro Torres

“Crecho”, de Nando Pereiro & poema de Ramiro Torres

0 comentários 🕔11:35, 29.Set 2017

CRECHO Arquitectura do sonho elevada ao olho incendiário que aguarda na manhã mais nua do existente, pertences ao inebriante que se alça do invisível até o centro inexausto onde irrompe o oceano convertido neste pulso do universo na face solar.

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🔍Leia o artigo completo Entrevista ao escritor português André Domingues: “Não há literatura sem nudez”

Entrevista ao escritor português André Domingues: “Não há literatura sem nudez”

0 comentários 🕔09:00, 22.Set 2017

- Palavra Comum: Que é para ti a literatura? - André Domingues: A literatura, para mim, sempre foi um espaço de nudez; não absoluta, claro, mas inegociável. Não há literatura sem nudez. A nudez dos corpos, a nudez da vida, tantas vezes acalentada por uma tristeza lenta e delicada, mas também a nudez da alegria, a nudez dos mundos impensáveis, e a tremenda nudez do presente, do tempo em que vivemos, essa nudez terrível como Blake

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Visións

0 comentários 🕔11:00, 11.Set 2017

Tocar unha estrela coas mans, unha estrela de mar, faime sentir e pensar que toco entre as ondas o ceo, que o tacto esvaradío do peixe é frío e suave como o pálido hálito da lúa. * O río, verde e revoltoso ancián, garda intacto no seu ventre de limo o segredo do peixe... E no terso espello da superficie, o rostro feito anacos do que nel se mira. * O sol álzase, pálido marmelo, envolto en dourada resurrección. Renovado froito que alimenta enxames de rubias abellas. Derramado mel, venérote. Dende o ángulo en

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