🔍Leia o artigo completo “Peles especuladas”, de Paula Gómez del Valle, em diálogo com poemas de Ramiro Torres e Alfredo Ferreiro

“Peles especuladas”, de Paula Gómez del Valle, em diálogo com poemas de Ramiro Torres e Alfredo Ferreiro

0 comentários 🕔09:00, 17.Abr 2017

Corpos tecidos com luz cicatrizada, hipnose da realidade unida no ponto certo em que se abrem as pétalas da insurgência, equilíbrio subtil do visível e o fragor absoluto do sonho, cosmologia explodindo entre as estrelas interiores do existente. Ramiro Torres * Existe uma densidade na pele do mundo que me aterra, uma memória cicatrizada nos gritos de bichos diminutos e no silêncio do húmus ultrajado mas sempre fecundo. Por toda a terra o nosso umbigo aparece em cada furo de grilo e o nosso mamilo floresce no cimo de um monte coroado pelo sol. Pode

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🔍Leia o artigo completo O último dos <em>órficos</em> vivo… em 1973, por Carlos Pazos-Justo

O último dos órficos vivo… em 1973, por Carlos Pazos-Justo

0 comentários 🕔08:30, 17.Abr 2017

Chegou a mim, finalmente, um documento há muito procurado. Trata-se de uma entrevista em programa da RTP a Alfredo Guisado, na altura o único dos órficos dentre os vivos. Na Lisboa de fevereiro de 1973. Apesar de ter notícias vagas da existência de uma entrevista televisiva, desconhecia por completo o teor da mesma. Até, se mal não lembro, situava-a no pós-25 de abril e de conteúdo político… O documento em si pouco ou nada acrescenta ao que

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🔍Leia o artigo completo Poemas de <em>Fado Maior</em>, de Hélder Joaquim Gonçalves

Poemas de Fado Maior, de Hélder Joaquim Gonçalves

1 comentário 🕔11:30, 13.Abr 2017

Fado Maior. Letras para fados tradicionais é um livro de Hélder Joaquim Gonçalves, publicado por Lua de Marfim em Junho de 2016. Nascido em 1951, na cidade de Portimão, onde reside, é, desde 1987, professor de Português do ensino secundário. Atualmente, leciona na Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes, em Portimão. Desde a Palavra Comum agradecemos ao autor a sua disponibilidade para publicar aqui estes excertos da sua obra. *** TODO O AMOR NASCE ETERNO Música: Fado Tango – Joaquim

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🔍Leia o artigo completo <em>O impredicíbel</em>, poema inédito

O impredicíbel, poema inédito

0 comentários 🕔11:00, 13.Abr 2017

Se camiñamos xuntxs terás que saber que Podo ir soa. Pero vou ir contigo. Coñecer a razón pola que me amas E recoñecer que eu te amo. Sosteño subterfuxios coa man para reterme no underground Tirar ao centro Deixalos caer Atoparme en pé debaixo do abismo. Saír da narratividade clásica e escribir un novo drama: A deconstrución de Electra, Matar o pai e non vingalo. Novedades Carminha cántano. E eu báiloo. Retrocedo un día E véxoo Sabendo da mentira De esquecelo. NOTA: a fotografia é de Trash Riot.

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🔍Leia o artigo completo Pedro Abrunhosa e Ses debatem a identidade cultural comum no III Encontro Minho-Galiza, por Francisco Abrunhosa

Pedro Abrunhosa e Ses debatem a identidade cultural comum no III Encontro Minho-Galiza, por Francisco Abrunhosa

3 comentários 🕔12:00, 10.Abr 2017

No passado sábado, dia 1 de abril, em Goián-Tomiño, na Galiza, Pedro Abrunhosa (Porto) e Ses (Corunha), ambos cantores e compositores, partilharam o palco no III Encontro Minho-Galiza, organizado pela Universidade do Minho (UMinho), participando de uma animada conversa sobre a cultura e identidade que caracterizam a singularidade da referida região. O papel da língua na afirmação de uma identidade cultural transfronteiriça, na sua relação com a criação musical, foi uma das principais questões levantadas. O

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🔍Leia o artigo completo Ulträqäns, por Javi Prieto

Ulträqäns, por Javi Prieto

0 comentários 🕔11:30, 10.Abr 2017

"Ulträqäns, banda de catro patas e rabo" é uma ilustração do artista corunhês Javi Prieto (cfr. web do autor).

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🔍Leia o artigo completo O pai, o menino e a bola

O pai, o menino e a bola

2 comentários 🕔11:00, 10.Abr 2017

Cê ouviu aquele rebuliço ontem de madrugada? Então seu pai foi preso mano? Ficou paralisado tentando entender, não sabia o que era. Muitos vizinhos vira-e-mexe caíam em cana, sabia de um caso de um tio distante, mas agora era seu pai, sua referência. Sabia que ele tava no erro, mas sempre é uma surpresa. As primeiras visitas foram pela janela engradada do 33º DP, na divisa o portal, pra cá a vida comum, pra lá o inferno. Lugar

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🔍Leia o artigo completo <em>O Pranto da Estátua</em> por Khalillulah Khalili

Featured O Pranto da Estátua por Khalillulah Khalili

0 comentários 🕔10:30, 06.Abr 2017

Khalilulah Khalili (1907-1987) foi um dos grandes poetas afegãos do século vinte, pertencente à corrente sufi de pensamento e ação. Participou em diversos cargos políticos na época do rei Zaher Shah e sofreu o exílio quando a invasão soviética do Afeganistão. Foi embaixador na Arábia Saudita, no Iraque e nos EE.UU. Apresento aqui um poema (O pranto da Estátua) escrito em 1978, quando partiu da Alemanha para os EE.UU. O poema está escrito originariamente em

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🔍Leia o artigo completo <em>Insurreccións</em>: as emocións colectivas e a estética da rebeldía

Insurreccións: as emocións colectivas e a estética da rebeldía

0 comentários 🕔10:00, 06.Abr 2017

O filósofo Georges Didi-Huberman é o responsable da exposición Insurreccións. Unha análise do tratamento estético que diferentes formas de arte acaban dando á rebeldía social. Unha viaxe polos xestos, verbas, accións e reaccións encol da sublevación. As testemuñas de revoltas pasadas teñen algún valor social? Lito Caramés A poética e a estética da rebeldía No intre de escribir estas liñas –marzo de 2016– unha trece mil persoas que foxen dos desastres da guerra atópanse detidos en Idomeni, norte

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🔍Leia o artigo completo Poema inédito de Hirondina Joshua

Poema inédito de Hirondina Joshua

2 comentários 🕔09:25, 06.Abr 2017

Uma revisitação das câmaras de luz. Máscara. Personae. Holofotes para figurar a insensatez habilidade de ser gente, agente. Luz: refluxo, fluxo dos campos descobertos, cobertos. Na iniciação da carne. Queríamos um espelho que dentro tivesse criaturas mais ardentes que nós, acreditamos com os olhos. Queremos ver essas criaturas cheias de calor que moram do outro lado do universo. - Com uma faca nos dentes para acabar o mistério. -Com uma faca no coração para acabar o ministério.

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